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2009,fevereiro16,segunda-feira às 11:26PM | Publicado em alt+3 ou ♥, hojes, joão-lírico | 3 Comentários
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[(i♥u)]
(i♥u)
i♥u

{[( )]} / courage
i♥u / courage

a mulher é o microfone do pau

2009,janeiro29,quinta-feira às 11:11AM | Publicado em hojes, joão-lírico | 1 Comentário
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O pau,
e não
somente a mulher,
grita
na hora
do orgasmo

O grito estridente
abafado
pelas paredes da
boceta

MICROFONE [capa]

a mulher é o microfone do pau.

*Se este link não der certo, dá para ir direto para lá por aqui. Daí basta procurar.

(!)

2009,janeiro23,sexta-feira às 12:20AM | Publicado em bobajada | 1 Comentário
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versao-wordpress

u de utopia

2008,agosto12,terça-feira às 3:39PM | Publicado em 2º caderno, critica-se | 3 Comentários
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O logo logo no início do filme já diz a que o filme veio. É a marca do Batman, está no céu, mas não é tal e qual como conhecemos: este logo do cinema está para o logo do quadrinho assim como o logo do quadrinho está para a imagem de um morcego em si. É uma referência, uma citação, uma inspiração, um conceito, mas é outra coisa, uma coisa nova que, por dentre as nuvens, quase imperceptível, abre o filme sombriamente.

Não é como a esfera amarela que encima a página 40 do primeiro álbum da minissérie Cavaleiro das Trevas, porque estamos numa sala de cinema e o que vemos é cinema. E Batman mesmo é quadrinho, é capa azul, cinto amarelo, uniforme cinza. O Batman fica negro por causa das sombras, não carrega o negro no uniforme.

Sempre é necessariamente uma adaptação toda obra que vira filme – na literatura tanto quanto, por isso é preciso desprender-se do original – a linguagem é outra, e a equivalência da obra não deve estar no conteúdo e sim na maneira como usa da linguagem (por exemplo, eu imagino que o filme La Mala Educación, do Almodóvar, teria alguns recursos parecidos com o livro Budapeste, do Chico Buarque). Porém geralmente o caso dos super-heróis é mais linear: a comparação se dá na narrativa mesmo, no conteúdo, porque o super-herói em si é um conceito narrativo a ser explorado, é uma descrição (argumento) a ser materializada.

Então há sempre uma adaptação mais aguda (em verdade, no caso dos super-heróis, esta adaptação é algo mais superficial do que falava (não num tom pejorativo), como já havia mais ou menos dito ao usar a palavra linear linhas acima) quando se busca realidade. Do contrário, ou temos a coragem visual de Burton ou, claro, ao seu tempo e à sua proporção, o real enquanto realidade de cinema, como no caso do clássico Superman de Donner.

A atuação de Health Leader teve um impacto tão grande por aí que ele até morreu para mitificá-la (agora é um saco ficar ouvindo “o Coringa roubou o filme” – mas a crítica popular deve ser desprezada, caso contrário daria para escrever um livro só para odiá-la). Diverti-me muito, especialmente imaginando a versão brasileira. Mas nada que me levasse a escrever compulsoriamente, como noutros casos.

Bom, este blá-blá todo é porque vi V de Vingança. E não foi no Sistema Brasileiro de Televisão, pois deu anteontem, eu havia assistido uns dias antes.

Chicago, ou melhor, Gotham City, precisa de um herói com face, diz Batman. Mas um herói com face é humano, e portanto não pode ser herói. Um herói sem face é o que temos em V de Vingança. E um herói cuja face pode ser de todos, por não ser a dele.

Sempre falo das metonímias do cinema, como disse aqui, de algum elemento fílmico (que toma de empréstimo tantos outros: palavra, imagem, movimento, som, teatralidade etc, e, às vezes, a convergência destes) que resuma o filme todo.

E temos a cena acima. Resume não só o filme todo como a própria idéia de revolução: Evey beija (uma concretização), mas beija a máscara.

A revolução é um cheiro que nos faz comer algo que não tem semelhante gosto.

Ela fala no homem e na idéia, e ela beija a idéia, pois não pode beijar o homem, que em verdade ela nem conhece, que em verdade não importa. Ela beija a máscara a qual cabe a qualquer um (a idéia) e isso é explicado verbalmente já no início da fita e novamente no fim, sem que fosse preciso (as pessoas (todas, até as já mortas) retirando suas máscaras no final. Assisti sem ter lido o gibi e neste filme também não escreverei criticamente – como o fiz no lugar que foi linkado antes – porque o que li a respeito já me foi suficiente, não tenho a acrescentar. Mas do recorte dele (independente das diversas camadas das quais se originou), esta bela cena resume a utopia da revolução: V era uma paixão intangível para Evey, mas a paixão dela a fez se mover.

E no fim de tudo Batman é bat, simplesmente.

um de abril e um de maio atrasados

2008,maio12,segunda-feira às 7:30PM | Publicado em hojes | Deixe um comentário
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um de maio, dia do emprego – que se fosse dia do trabalho ninguém tirava feriado

dia do emprego 1 e 2
dia do emprego 3 & 4
dia do emprego 5

um de abril, dia dos bobos

um de abril

“explico:” ou observações breves sobre os cavaleiros do zodíaco

2008,abril18,sexta-feira às 3:45PM | Publicado em 2º caderno | 1 Comentário
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O Seiya enfrentou um cavaleiro que tinha um machado e era muito maior que ele, era parecido com ou o próprio Thor, na saga de Asgard, na qual os Cavaleiros de Odin (dentre os quais se encontra Siegfried, um dos guardiões mais afudês, junto a Cisne, Fênix e quase todos de ouro) estavam sob o domínio maléfico de Poseidon, e a Saori teve de tentar manter o gelo congelado com sua cosmo energia para que ele não derretesse e devastasse o planeta, posto que a responsável pela tarefa, Hilda (que segurava o gelo à base de oração (sim, eu também acho prudente os cientistas investigarem a hipótese de ela ter se convertido ateísta como causa fundamental do descongelamento vindouro), estava também sob as más influências do patrão dos oceanos). Para variar, o Seiya levava uma coça até perto de acabar o capítulo e no seguinte (ou no final do mesmo, não me recordo) resolve vencer. Mas desta vez não invocou a inspiração do sétimo sentido (que era um estágio sumaríssimo na categoria peso-pesado, ou seja, ouro), nem chamou o Ikki como o fazia sempre Shun, tampouco se fingiu de morto e voltou do inferno, da cegueira, dum golpe que mandava para uma viagem em outra dimensão ou qualquer outro problema medonho que sempre acometiam o Shiryu (que só se fodia, mas sempre voltava com grande importância e era um exemplo para o grupo – tipo o Ronaldo na copa de 2006). Bem, dessa vez não me lembro se foi após algum golpe do Seiya ou o que, sei que o gigante deu tipo uma tropeçada (melhor: não um tropeço, mas uma desequilibrada), donde que deu aquele efeito sonoro característico dos animes, análogo ao de uma lâmina, a imagem em zoom rápido encontrou os grandes e marrons olhos de Seiya, saíram hachuras deste olhar e ele mandou seu meteoro de pégaso finalizando o oponente.

A coisa da moça foi escrita há um (ou muito/ relativo – mais p/ muito) tempo atrás.

Vejam vocês a minha malandragem à época, posto ter escrito meteoro, mas não de socos. Vejam como eu era malandrão! =B

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