1º de abril e uma verdade para variar [e p/ ñ variar, mudei-me novamente]

2009,abril1,quarta-feira às 12:59PM | Publicado em diário, editorial | Deixe um comentário
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Bem, o 1º de abril tem aquela história do calendário gregoriano etc.
O fato é que eu caí na mesma brincadeira do ano passado, brincadeira esta que envolve descer e subir escadas para encontrar uma pessoa que devia estar no trabalho – e evidentemente estava, mas o inteligentão aqui lembrou somente depois de ouvir as risadas. Contornado o problema, neste clima que vi a tal tag #tododiaeh1deabril e colaborei com uma série de clichês no @joaogrando.

Mas a outra coisa, e que não é mentira, mas tem a ver com um falso (ou melhor, um segundo) começo de ano, é que voltei de vez para o blogspot. Aquela história, o .com do WordPress (porque como já disse o .org é quase unânime) deixa muito a desejar em relação ao Blogger, que pode ser customizado gratuitamente (inclusive diretamente em HTML, o que me permitiu mexer nas margens e medidas em geral), suporta flash e JAVA, além de já ter naturalmente um visual menos personalizado pelo autor do template (e conseguintemente mais personalizado pela pessoa mesmo). E as vantagens do .com do WordPress (página inicial fixa, páginas fixas, categorias e administração facilitada) são passíveis (à exceção da página inicial fixa) de “dá-se um jeito” no blogspot, o que pode dificultar um pouco na feitura, mas não altera nada o resultado final para o visitante, que é o que importa.
Outra vantagem do .com do WordPress é o modo que eles indexam as tags, o que rende muitas visitas vindas de buscas. Mas, para o meu caso, descobri que prefiro o serviço gratuito do Blogger, e acho que ele é mais bem indicado àquelas pessoas que se aventuram em mais mídias além do texto e cuidam do design da página. Mas para quem não quiser se preocupar com isso e ficar somente com a boa, velha e (dependendo) densa palavra, realmente o .com do WordPress cai como uma luva.
Enfim, tal como a programação nova da Globo que começa somente em abril, e já me desculpando pelos transtornos da reforma (que ainda acontece, pois uma série de coisas ainda tem de ser arrumadas, embora já dá para ir atendendo por lá):
NOVO ENDEREÇO: http://joaogrando.blogspot.com

novo-endereco

Atualizem vossos bookmarks, readers, links (mas não é obrigatório).

Um bJoão e um Grando abraço.

 

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confinar/ libertar (ou o sacrifício da beleza)

2008,abril2,quarta-feira às 7:41PM | Publicado em joão-lírico | 2 Comentários
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confinar/ libertar

confinar o sopro para libertar a melodia.

nuovo JOÃO’S OPINIÕES

2008,março7,sexta-feira às 4:55PM | Publicado em editorial | 1 Comentário
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Agora englobando pqpetc e escrevê-la. E abrindo espaço para as coisas pequenas e/ ou pessoais que eu não conseguia adequar a um dos três. Porque a liberdade é azul e de todas as cores. Porque a união faz a força. Porque é mais fácil para os leitores (os menos de 100 de Stendhal que Brás Cubas falou).

E porque, afinal de contas, eu preciso oferecer o pacote completo de mim mesmo – só assim, misturando tudo, é que eu funciono. Algo que condissesse comigo mesmo. Se hoje em dia há até uma certa androginia dos extremos, é difícil (e não aconselhável pelo novíssimo bom senso) classificar bem e mal, certo e errado e, para alguns, homem e mulher, quem seria eu para classificar a linguagem? Como diz Melamed, e como digo eu mesmo e vários outros estudiosos de arte previram, a mídia não é importante – a idéia é. E a imaginação é mais importante que o conhecimento (mas chega de dizer dizeres). Não se trata de jogada de marketing. Não tenho público (talvez ainda) para o fazer. Aqueles três completaram um ciclo (mesmo que eu tivesse público, mesmo que fosse jogada de marketing, eu diria isso, ou não, pois procuro ser sincero). Um ciclo de indecisão, dúvida e de não saber o que fazer.Pois bem, atualizem vossos bookmarks, links ou listas de bloqueio. Aqueles agora são posts em preto e branco.

Mas os manterei, pois eles foram pasteurizados, não têm perecimento. Além do que, de grátis até ônibus errado (sempre acho isso engraçado).

Agora eu tenho certeza, e sinto grande alívio quando tenho certeza porque estou sempre em dúvida e sempre sem grande alívio. Passei para cá só o que me era mais caro, ou seja, tudo (ou quase tudo). Tu realmente não precisas os visitar, embora eu esteja insistindo através de links. Eu preferia o visual daqueles, mas talvez é como se eu tivesse saído da TV Manchete para ir para a Globo, ou saído da Globo para ir para a Record. Um belo dia resolvi mudar. Apesar de não gostar tanto assim dessa música (mas a ouvindo agora eu gostei, e, porque não, dancei – com a cabeça), é isso que ocorreu. Talvez um belo dia eu vá lhe telefonar.

a verdade sobre a vida e a morte

2007,outubro12,sexta-feira às 8:46PM | Publicado em crônica | 1 Comentário
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Eu vi um rato morto no chão. Um chão de concreto, a calçada, no caso, abaixo dele. Não sei exatamente quanto tempo levou para que as pessoas não percebessem mais que se tratava de um rato, entre os que não perceberam e pisaram e entre outras ações orgânicas de decomposição ordinária até que ele virasse a mancha que virou quando eu o vi. A partir de então, passou a ser pisado vulgarmente, pois estava no chão e parecia, repito, tão somente uma mancha.

Mas, por mais que as pessoas pisassem, ele jamais entrou na calçada.

Eu já fui a alguns funerais. Há neles diversas facilidades para que o corpo vá terra adentro, tal como cavar um buraco e antes de preenchê-lo adequar o corpo a uma caixa (o caixão) para que o mesmo permaneça lá “protegido”.

Mas o que o pessoal (ou a maioria, pelo menos) quer, é enviar o morto (através da alma, geralmente) ao céu (ou trazer de volta o corpo, para os mais pretensiosos). Inimigos se silenciam, patrões deixam seus empregados trabalharem somente pela manhã porque alguém de proximidade não coberta por lei certamente não aparecerá mais por aí (pois se estivesse viajando o destino poderia…), inimigos, ou ao menos nem tanto para chamá-los inimigos, fofoqueiros, que sejam, silenciam-se. E põe óculos escuros.

Mas, por mais que as pessoas rezem, chorem, pensem positivo, façam minutos de silêncio, ele não sobe ao céu.

Em ambos os casos, eles diluem-se, aos poucos, por aí. Para nós os respirarmos. Tanto o rato, quanto o gato, um pum solto por um velho, o território já queimado da Atlântica, a Lady Di, os seismossauros, a moça que tocou o filho no lixo e depois se matou, o amor da vida de cada um uma hora ou outra.

POST nº 2: 1º POST

2007,setembro13,quinta-feira às 3:41AM | Publicado em crônica, editorial | 3 Comentários
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(ou post de estréia)

A vontade que me dá (e eu que a ela dou sustentação) é fazer uma retrospectiva 2007 e até mesmo 2006, parcialmente, ao menos, a fim de falar de todos os assuntos que eu perdi de falar aqui por não ter começado o aqui propriamente dito antes: William Bonner e o debate com maior número de regras da história; Campos de Carvalho; campos de futebol; Maria Augusta e Michael Moore, com inaplicável confronto dando larga vantagem àquela; superestimações; cotidiano impressionante; decepções; Bruce Lee; violência; cinismo por causa da violência; hipocrisia; coisas boas também; coisas bonitas também; Wittgenstein e a trasnvanguardia; Brasília; Rio de Janeiro; etc etc etc.

Enfim.

Bem da verdade que eu poderia decretar neste espaço um espaço-tempo indefinido e por tempo indeterminado, e é o que farei: entretanto perdi o fio da meada das notícias aquelas, embora deixe estabelecido por ter achado uma boa idéia o negócio do espaço-tempo. Portanto, feliz natal. (Já que natal é tempo de boas ações, fiquemos nele). Em suma, falar sobre tudo. Mas não agora, posto que o espírito da estréia (e isso é uma estréia) é estrear, é perder o medo de estreante e conhecer outros que não se sabia antes. Assim não tem nada que ver com a importância das palavras (1ª vez que eu escrevo palavra aqui – a estréia tem dessas coisas). E ela (a estréia, não a palavra) tem de ser cheia de erros (eros, se fosse um erro, aí faltando um r, erado, no caso, mas que Eros também é importante numa estréia). Pouco se lembra da estréia, então esse post ficará abandonado tal como um posteabandonado, mas com a lâmpada funcionando (essa invisibilidade da estréia me permite certas “tentativas”, para ser eufêmico, a propósito, 1ª vez que usa aspas aqui). Ou então teria de aqui fazer uma introdução: aí vão umas: “pois bem, não sei se vocês lerão ou não leram, se bem me querem, mal me querem, mas é de grátis, eu sou livre e posso falar. Pode ser uma notícia, uma crítica de qualquer coisa (até de uma crítica), uma imagem bonita”; ou aquela coisa “aconteceu? Pá. Eu boto lá (aqui, no caso)”, mas não seria o caso de tudo, pois há agências etc para esse tal de tudo; ou se fosse irônico “por bem (ou por mal) já que está aqui, leia. Ou ao menos veja, olha só, tem um monte de letrinhas”, ou se quisesse discorrer sobre isso diria “cada uma delas foi pensada por nações e povos inteiros para pertencerem a cada palavra. Cada uma destas se submete a regras, e as que estão aqui foram porque eu as aloquei assim”, ou simplesmente se eu fosse de citar Drummond eu diria “(…) e contempla as palavras” mas todas essas tentativas se verteram frustradas, pois não era eu e até mesmo este “não era eu” tem seu percentual alto de clichê, um pouco mais que o restante que divide também tais elementaridades. Donde quase seria levado a concluir (e a crer) na súmula de não ter o que falar – “pensa e só, boca fechada não entra mosca”. Pára e recomeça. Em tempo: próspero ano novo.

Renovar o sopro vital, ou simplesmente usar as resoluções reveillônicas (próprias de reveillon) p/ equivaler inércia a constrangimento e coagir mudanças. Honestamente eu queria mesmo um estado de espírito tão eufórico que me seria permitido almoçar chocolate sem os ônus químicos dessa ingestão incomum. Um estado de espírito do revés do stress (talvez a popular euforia), mas com um pouco de stress para não ser só euforia, entende? Evoluir (e isso não é uma ONG). Em vez de vestir-se no escuro ou usar a mão esquerda no mouse, utilizar o superestimado lado direito do cérebro (e o não menos lado esquerdo do peito) em planos de metas subjetivas, preocupar-se com as emoções. Ver o mundo de fora por estar tanto tempo dentro do próprio (ou mundo de dentro), o popular “seu mundinho”, do tipo “sai do seu mundinho, guri”. E eu, que posso ter quase 25, ou quase 30, ou 40, ou 90 me não importaria (como aquele correio eletrônico com power point espalhado pelo mundo e perdido nalgumas caixas de entrada que tem uma mensagem pregadora de atitudes pós-modernas inseridas na despreocupação que as mulheres mais velhas têm especificamente em relação à representação generalizada das mais jovens apresentadas nos slides anteriores, já que aquelas mais velhas usam chapéu roxo), eu aqui.

Fato: na minha própria esfera eu me sinto um amador (na conotação lusitana, inclusive, a mesma que chama desenhista de desenhador) em busca do que um amador (ainda em todos os sentidos) busca. Buscas (com o mesmo sentido de evoluir antes usado). Avante. Num vôo certeiro, em vez de um sistema de degraus, numa aventura vetorial que jamais ousaram ousar. E também defender a natureza. Salvar o Congo, a Amazônia, os tigres, a arte. Daí me vem e me cai a ficha da normalidade. E fica tudo normal, bem normal.Você já pode ter me visto no centro, por exemplo. Ou você já pode ter me visto como exemplo, por exemplo. Saber-se-ia daí que eu existo. Mas eu existo mesmo (pois penso, logo…), e uma prova disso é eu estar escrevendo isso (e você lendo, talvez). Mas o que dizer nesse espaço enorme (a tela em branco)? Posso dizer: há gente que vive de vender frutas. Ou colaborar com mais um relato pessoal e diário (ou quase diário, no que “constante” substituiria bem) para a nouvelle historie, ou estabelecer um canal em minha consciência, ou dizer-lhes que irão conseguir e que, mais que isso, e antes disso, eu vou conseguir. Há coisas (e aí eu repito o que era lá de cima que foi usado numa hipótese que não foi usada): pode ser uma crítica, uma cena, uma pessoa etc, há coisas que eu vejo/ ouço/ sinto/ penso/ percebo etc que me dão vontade de contar, opinar, nas quais eu me sinto mesmo um amador – isso vos garanto de meu próprio punho. Dia desses, por exemplo, achei um xampu com cheiro que me lembra alguma coisa, alguma coisa mesmo.
Um bJoão e/ou um Grando abraço

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