[OPS iii] cri-critica-se (ou o silêncio da sutileza)

2009,fevereiro28,sábado às 2:05PM | Publicado em crônica, hojes | 1 Comentário
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Em férias da repartição desde ontem. Amanhã viajo. Meu mais recente texto: Cri-critica-se (ou o silêncio da sutileza) na coluna do OPS – O Pensador Selvagem. Ofereço-lho. Até a volta (1 ou 2 semanas). E ando pensando em fazer algo que eu nunca pensei que faria: voltar ao Blogger. Foi mais ou menos nesta época que vim para o wordpress.com. Geral baba o ovo do wordpress, especialmente em relação ao Blogger, mas acho que a questão é o .org, pois o .com deixa muitas coisas a desejar em relação ao serviço googlense (mas evidenmente tem vantagens também). Mas apenas pensando alto, depois vejo o que faço. Por enquanto, fiquem com o texto:

bonequinho_o_globo aplaudindo

TRECHOS:
“E daí o Health Ledger faz o papel do Coringa e todo mundo sai da sala dizendo “o Oscar é dele”, sendo que a maioria esmagadora dos outros concorrentes (as atuações e não os atores) nem foram conhecidas. Como designar um melhor sem conhecer os piores que ele? É fundamental conhecer para criticar, ou ao menos ser suficientemente honesto para apresentar as características da opinião (se é pessoal, leiga etc.).”
~~~
“Ninguém (ninguém = maioria) vê (ou se importa com) a diferença entre Helvética e Arial (…) se você quiser usar Arial para escrever algum recado no seu escritório ou até mesmo fazer um cartaz, tudo bem, mas jamais fale dela como índice de excelência de design, porque isso pertence à Helvética.”

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{[(♥)]}

2009,fevereiro16,segunda-feira às 11:26PM | Publicado em alt+3 ou ♥, hojes, joão-lírico | 3 Comentários
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{[(i♥u)]}
[(i♥u)]
(i♥u)
i♥u

{[( )]} / courage
i♥u / courage

confissões ou eu x 6

2009,fevereiro11,quarta-feira às 10:13AM | Publicado em diário, hojes | 2 Comentários

Meme passado para mim por Janaína Amado. Tenho visto que uma galera entrou, gente que eu imaginava não gostar de memes, tipo o Tiagón e o homem por trás (ou à frente) d’O Biscoito Fino e a Massa. Enfim, alguns o chamam seis confissões, outros seis coisas sobre o que não se sabia sobre mim ou algo do tipo. Embora sejam parecidos, os dois são diferentes (ohhhh!).

1 Nos meados da minha primeira dezena de vida eu pensava ter fimose porque acreditava que o prepúcio deveria cobrir não somente a glande como o pênis inteiro (isso vai gerar uma série de buscas indesejadas), tipo uma casca de banana. Também pensava que a vagina era na frente (onde ficam os bigodes de Hitler quando as mulheres assim depilam), mas isso seria outra confissão.

2 Eu tenho medo de barata. Não é bem medo, mas um desconforto com a possibilidade de elas voarem que se soma ao dó de matar qualquer coisa viva ao vivo (pois como carne) e àquela gosma que sai delas quando mortas, ou, por último mas não menos importante, o fóssil que elas deixam no chinelo é deveras desagradável. Mas não sei o que houve, quando era criança (à época que pensava ter fimose) eu as pegava na mão s/ problema algum (talvez a fimose me deixasse menos nojento). Mas, como tudo, isso muda de uma hora para outra, às vezes me pego sem problema algum com elas.

3 Durante muito tempo, embora não admitisse, eu queria ser o que um dos meus amigos de infância era. Mas isso porque ele era um cara presa (significa foda, não sei se é uma gíria nacional ou somente gaúcha) na adolescência, embora eu modéstia à parte também fosse, ele era mais, e eu tinha meu quê alternativo. Mas isso durou somente até às vésperas da maioridade, quando percebi que minha estética era bem mais rica, talvez porque aos poucos fui vendo que o mundo era muito mais que uma entrega de Oscar (ou seja, do que os pseudo-críticos gostam). Aliás, este meu amigo tinha fimose e eu era o único que sabia para ele não virar motivo de gozação.

4 Eu tenho vários sintomas de TOC e/ ou hiperatividade. O principal deles é uma brincadeira chamada PU que me fez ser (ou ajudou muito a ser, para ser menos tchan) o que eu sou. Outra hora falo com mais calma, mas nela, entre outras coisas, eu imagino minhas jogadas de futebol passadas para copas do mundo, além de cavaleiros do zodíaco de diamante e por aí vai.

5 Eu como muito, embora seja muito nojento com comida. Feijão, por exemplo, somente só, jamais com arroz junto. E frango e molho com arroz é bom se vierem separados para misturar, mas se já vêm juntos eu não gosto.

6 Eu sou absolutamente fascinado pelo reino animal (como um todo), e me fascina ainda mais o gênero Panthera, e ainda mais a espécie tigris. A relação das coisas entre elas me fascina (poesia, música, artes, blogs, futebol, já citado reino animal, grupo de amigos que me cercam, notícias etc). De modo que sempre associo as relações do reino animal às demais relações, então sempre acho um leão aqui, uma zebra ali, um elefante. E daí que eu vi que meu amigo aquele era um leão africano, mas eu sou um tigre na Sibéria. Esta descentralização mais forte me inspira.
O que eu tento (ou quero, devo tentar com mais afinco) é ser um tigre.

as-listras-eu-ja-tenho 

Há dezenas de centenas (que pode ser milhares) de confissões que me surgiram, mas como este é um ambiente virtual, falei daquelas que aqueles que não me conhecem pessoalmente não devem saber (no sentido de provavelmente, não que não possam).

Well, há tempos eu vinha querendo falar mais da minha vida pessoal e extrair dela o que há de universal (olha o clichê aí, gente!) e gostei da experiência das ‘confissões’. Dado isso, passarei a utilizar mais a categoria Diário (Journal), até porque um blog originalmente era para isso e até porque isso me servirá como um diário aberto (pois a parte fechada basta manter o post privado). E diários me fascinam.

Quanto ao meme, eu deveria passar para 6 pessoas, mas fica aí p/ quem quiser.

nome é o de menos. título então…

2009,fevereiro10,terça-feira às 2:24PM | Publicado em bobajada, hojes | Deixe um comentário
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Sabe quando as pessoas dizem “TU ACREDITA QUE EU NÃO FIZ AINDA?” (com a típica conjugação errada característica do RS) /////e é mais ou menos um processo rotativo ou simplesmente um círculo vicioso, [um círculo viciado pode ser um gordo drogado apelidado no colégio ou um cu que quer sempre estar preenchido] ou SOFISTICADAMENTE, para (OU A FIM DE) não dizer sempre simplesmente.
O mundo vinha se construindo com a mão de obra estagiária, mas agora eles têm férias e eu não posso vingar meu tempo de estagiário quando passava o verão a base de finais de semana. Além disso eu tenho abusado da boa vontade do meu estômago (falei isso no twitter e ninguém nem aí p/ mim, porque, afinal, eu sou também um pouco vítima do que há de narcisismo na WWW.EB). Quando eu termino algo, que seja um poema, um desenho que um monte de gente põe favorito no flickr, é uma sensação de dever cumprido: é o equivalente a lavar a garrafa plástica que eu uso para beber água na repartição [inclusive agora tem uma mulher fofocando a fu na sala ao lado e eu ´não posso perder esta’]. É uma questão de descarrego. De pôr para fora, de livrar-se para não mais naquilo pensar – o que poderia ser uma sublimação (tipo “só pensa naquilo”). Estou à beira do mau humor. Torrarei todo meu dinheiro. Quando eu for velho eu que fique andando de paliozinho. Paliozinho 95. ANDA DE PALIO 95 VELHO RIDÍCULO.
=)
=D
=DDDDDDDDDD

Daí o velho pensa: – eu não dou mais bola p/ isso. Tanto que rio. Rio mesmo.

*Em breve novidades bem legais. Inclusive isso é um ROTEIRO para algo visual – lembre-me disso, eu mesmo, pois este asterisco é para ti, mim.

*Eventuais erros de digitação possíveis devido à revisão ausente ou, no mínimo, preguiçosa.

alguns rascunhos subidos há alguns dias atrás

2009,fevereiro5,quinta-feira às 11:03PM | Publicado em hojes | 2 Comentários
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tauromaquia
whale
batman vs. captain america



curtas sobre longas

2009,fevereiro5,quinta-feira às 9:07PM | Publicado em 2º caderno, critica-se, hojes | Deixe um comentário
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Atrasado: mas eis, num balanço geral e resumidíssimo de 2008, as obras-primas daquele ano que se foi, ou, para ser mais blasé, indicações (a ordem é para o caso de o mundo acabar e você poder assistir a somente um deles):

1) PARANOID PARK, Gus Van Sant [crítica]

2) THE HAPPENING (Fim dos Tempos), M. Night Shyamalan [comentário]

3) NO COUNTRY FOR OLD MEN (Onde os Fracos não têm Vez), Joel & Ethan Coen [comentário]

4) I’M NOT THERE (Não Estou Lá) (sobre este falarei uma hora destas, não gostei de algumas tomadas didáticas usadas para refrescar a memória de quem assiste, mas a reflexão sobre imagem artística/ personalidade, ou referência e referente, já o deixo suficientemente interessante para constar como uma boa indicação do ano passado).

E sobre 2009, comecei (no cinema) com O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON. A única chance que eu dei p/ o filme (atenção: pequeno spoiler) foi na cena do atropelmaneto, na qual a sequência então concluiu-se sabiamente sem mostrá-lo, exibindo o que poderia ter sido, embora já estivéssemos consciente do que realmente foi. Um belo recurso para mostrar a fatalidade, mostrar como não se pode voltar atrás, mesmo que se envelheça para frente. Mas aí, eles mostraram o atropelamento depois, para deixar tudo no seu lugar e assim. Pior que isso só o beija-flor ou o epílogo publicitário. É mais ou menos assim, se Patch Adams e Em Buscar da Terra do Nunca lhe agradaram, há mais chances de você gostar deste Curioso Caso de Benjamin Button.

Eu até tentei achar algum trabalho na relação imagem e conteúdo (um velho com um corpo jovem), mas isso não foi explorado pelo filme, dado que sua espinha se dá toda na sua proposta que, para além de ter se originado num conto de Fitzgerald, é também algo que todos já imaginaram. E é mais ou menos assim: se você abre mão da realidade (ou o compromisso com a realidade, já que cinema é sempre ilusão, é uma referência) você tem de ser responsável com isso (lembremos por exemplo do belo Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças). Quanto a Brad Pitt, já reconhecia alguma qualidade como ator (especialmente em Babel) e agora com o auxílio da maquiagem (já que “a academia” vê em transformações grandes méritos (vide estatuetas de Nicole Kidman narigudo, Charlize Theron monstruosa, Daniel Day-Lewis (será que eu tira o hífen?) deficiente físico, Hilary Swank homem, Marion Cotillard feia etc.). Até porque o Oscar, como as listas de 100 essenciais da Bravo, como a maioria das análises da Veja, Istoé, Folha de S. Paulo, Zero Hora etc., são distinções críticas destinadas ao grande público (o que deixa a função crítica num meio termo, numa versão light).

Caso alguém aí tenha visto o filme (ou somente de pensar na sua proposta) ou lido o conto, divido algumas reflexões sobre tempo e sobre velhice com alguns textos:

Idade Contemporânea

Da Graça das Coisas

Por fim, um texto de Luiz Carlos Oliveira Jr., sobre a sutileza ter sucumbido ao grito mais alto.

@joaogrando

2009,fevereiro3,terça-feira às 12:07AM | Publicado em hojes | Deixe um comentário
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TWEETS
sigam-me os bons: @joaogrando
meus:

tweets-meus

da rapaziada:

tweets da rapaziada

dia em que eu nasci/ dia em que estou vivo

2009,janeiro29,quinta-feira às 11:35PM | Publicado em diário, hojes | 4 Comentários

*a foto que não é minha é de Jamie Livingston.

a mulher é o microfone do pau

2009,janeiro29,quinta-feira às 11:11AM | Publicado em hojes, joão-lírico | 1 Comentário
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O pau,
e não
somente a mulher,
grita
na hora
do orgasmo

O grito estridente
abafado
pelas paredes da
boceta

MICROFONE [capa]

a mulher é o microfone do pau.

*Se este link não der certo, dá para ir direto para lá por aqui. Daí basta procurar.

paz_&_amor

2009,janeiro25,domingo às 10:21PM | Publicado em hojes | 2 Comentários
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A VIDA NÃO É, MAS PODE SER UM SONHO
iv/i
iii/ii
ii/iii
i/iv

deus existe/ breve crer ou ñ crer part. ii

2009,janeiro22,quinta-feira às 2:13PM | Publicado em hojes | 3 Comentários
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“Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.
Nenhuma das duas era totalmente bela.
E carecia optar. Cada um optou conforme
seu capricho, sua ilusão, sua miopia.”
Verdade, Carlos Drummond de Andrade

Segue a discussão (acompanhem ):

[Eu]: E você faria amor com uma mulher sem usar seu instinto?
Ninguém compraria um carro usado daquele jeito conforme teu exemplo, mas este é um exemplo muito limitado, pois há pequenas conjeturas espalhadas pelo nosso cotidiano.

É isso que quero dizer quando digo que a lógica é insuficiente e os métodos científicos também, embora seus méritos sejam inquestionáveis. Realmente não há nada melhor por enquanto (e nem haverá provavelmente) para comprovar com segurança e veracidade de eventos e tudo o mais (perdoem-me certos termos inapropriados). Ele é eficiente e tem suas aplicações, mas isso é uma noção científica e se nos baseássemos somente nela, também não teríamos chegado até aqui, pois não realizaríamos nada que não pudéssemos explicar.

Estes argumentos se referem ainda a CONCEITOS DE DEUS (grifo novamente), conceitos que estão embutidos por interesses os mais diversos possíveis (leia-se igrejas, leia-se o que dizem ter feito Paulo com a Bíblia, a Bíblia em si etc.) e isso todos nós sabemos. E tem-se escolhido os piores conceitos possíveis para o debate (o Kaká, a pessoa que tem um filho drogado etc.). Temos nos baseado nos piores exemplos, como os que tu citaste, como crendices, e isso não nos deve interessar, ou deve ser colocado no devido lugar: temos de ter cuidado ao querer encaixar as coisas em dois lados somente – vejo muito isso acontecer, exemplos como este da manga e do leite são jogados no time dos que acreditam em Deus, e isso faz deles bobos: isso é uma ação preconceituosa.

Notem que até agora não disse acreditar ou não em Deus, mas chamo atenção para o fato de haver certo preconceito em relação à crença. Damos um tom pejorativo a certas palavras, por exemplo, ouve-se falar em “fé” e já se pensa em igreja universal. Mas se você tiver uma namorada e se importar com a fidelidade, você terá de acreditar nalgumas coisas (ou em tudo, enfim) para que possa viver com ela, a menos que contrate um detetive e ponha na sua cola (e aí teria de acreditar no detetive). Acreditar é preciso, e algumas pessoas acreditam no conceito que tem de Deus.

E falo isso ainda me baseando no texto do Daniel, sob o ponto da invisibilidade, pois se abrirmos a discussão podemos dizer que cada explicação científica é uma pequena explicação de Deus, pois como disse, podemos associá-lo (Lo) à natureza, pois pode se tratar da alegoria de uma inteligência (a soma das coisas e como se sistematizam de modo não tão exato) superior, na qual estamos inseridos.

[Em resposta a McFly, que disse]: (…) Sempre me causa estranhamento ouvir que a ciência provou alguma coisa. Acho que não é uma boa expressão, porque a ciência não prova nada; quando muito, ela dá uma explicação que pode ser alterada. Não só isso, é comum não-cientistas dizerem que a ciência busca explicar Deus; ela não busca isso. Não é prático nem pragmático buscar tais respostas. Sim, é verdade, temos curiosidade pra conhecer nossas origens, mas isso não é o mesmo que dizer que queremos conhecer Deus. Os cientistas ficam abertos a possibilidades diferentes; por mais que eles queiram acreditar em uma hipótese, eles se esforçam em admitir que podem estar errados e, mais importante ainda, que podem não conhecer uma boa resposta (se os fatos levarem a isso, desacreditarem a hipótese, claro).
O fato de fulano ou ciclano acreditar em Deus não significa que ele exista. Personalidades, sejam elas intelectuais ou não, também falam bobagem. Ou a opinião do jogador Kaká sobre genoma deve ser levada em consideração porque ele é conhecido e militante de Deus? O argumento seria “ele é jogador de futebol e diz que certos gols só são tão bonitos porque existe Deus…”
Eu não falaria em lógica como você falou, mas em método científico. E o método científico é uma das ferramentas que mais avanços trouxe à humanidade. É por causa dele que estamos usando a internet, por causa dele que temos computadores, por causa dele que… os exemplos continuam. Mais, faço a boa e velha pergunta que Sagan fez em O Mundo Assombrado pelos Demônios: você compraria um carro usado baseado apenas em seu instinto? Ou uma casa, depois de vê-la somente em uma foto?
A forma de rebater a essas perguntas ou à aplicação do método científico em questões de fé costuma ser a mesma: o argumento especial, “porque Deus é assim, misterioso” ou nos exemplos do outro parágrafo “porque o ser humano tem o potencial para ser mau”.
A quantidade de crendices é enorme. Lembro que meus pais falavam, quando eu era pequeno, que quem lesse depois de uma refeição ficava com a boca torta; ou que não se devia tomar suco de manga com leite sob o risco de morte; isso pra não falar muito sobre aqueles que acreditam ser pecado a transfusão de sangue. Hoje, eu janto tomando suco de manga com leite e depois leio algo. Estou vivo e, apesar de feio, não é porque minha boca entortou…

[Eneraldo Carneiro]: “Se a genitália masculina humana, em particular o saco escrotal (eita nomezinho apropriado!) são um produto e exemplo de Design Inteligente, digamos que I’m not impressed.
Sem falar no ebola, doença de chagas, malária, tuberculose,…..(sic.)”

[Eu]: não reconhecer a eficiência do design de um saco escrotal (que fica fora do corpo para manter a temperatura mais baixa para os espermatozóides) e da genitália masculina (que certamente agradas mulheres (alguns homens) e há milhões de anos e vem cumprido seu papel) e acreditar que a existência de vírus é um indício de que Deus não existe me faz pensar que seu conceito de perfeição (e de um suposto ente perfeito) seja uma propaganda de margarina, com uma família saudável, que vive numa cidade saudável, onde uns não invejam os outros, onde não há crime, na qual as mamães só fazem sexo com os papais, aliás, em papai-mamãe (porque as coisas não vêm sozinhas, elas sempre têm conseqüências). Ou melhor, talvez deus não exista porque existe a cor marrom, e marrom é feio, afinal só o cor-de-rosa é bonito.

Claro que isso não seria justo com você, mas se você pensa o “feio” desse modo e acredita que ele não faz parte da vida, como a morte, a violência e tudo o mais, você está a um passo de acreditar naquilo que parece negar: uma visão dividida entre bem e mal, certo e errado, que se põe numa posição e discrimina a outra – isso é o que algumas religiões são e por causa delas que muitas vezes se busca desmistificar deus (usando-as, aliás).

Mas vou fazer assim, vou pensar que isso foi uma brincadeira, rir já é demais, mas alguém deve ter rido, e deixar por isso mesmo, porque, uma vez descartada esta possibilidade, este argumento não serve para nada além de indicar uma preguiça em superar as “verdades” adquiridas e tentar outro ponto de vista.

lua vs. sol: a cor, o signo, o tigre

2009,janeiro16,sexta-feira às 8:07AM | Publicado em 2º caderno, bobajada, diário, hojes, joão-lírico | Deixe um comentário
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Áries vs. Libra, respectivamente meus signos de lua e sol no mapa natal, numa batalha típica (portanto épica) de cavalheiros, entre cavaleiros dourados: sentimento kamikaze no ar num céu de fogos de Copacabana.

E meio casca de ovo meio hulk surge o mestre, rasgando a fantasia do passado de pele roxa e, após 243 anos revela a paleta tatuada com um tigre para permanecer uns 4 minutos na série, mostrando que tem uma cosmo energia fantástica, que nos faz sempre pensar ser cada capítulo o último, cada cavaleiro o melhor.

Clique na imagem p/ ver o vídeo.
Talvez o mundo seja filosoficamente solipso, tal como me surgiu uma vez em meados de 2004/5 s/ estudo algum, e seja nossa criação, e este pequeno momento um nó de concentração, uma a reprise de uma(s) epifania(s), um Vale a Pena ver de Novo motivacional, um brinde do acaso, que tagueou os últimos posts todos.
Mas o signo, a cor, o tigre…
Embora meus cavaleiros de ouro favoritos, entanto todos sejam massa, sejam Escorpião, Touro, Gêmeos, e os golpes o pó-de-diamante e o metóro de págasu, exclusivamente pela coreografia que os antecedem, então isso tira a responsabilidade do Saint Seiya em si para abstracionar-se, para virar justamente aquele momento: a cor, o signo, o tigre.

stª tartaruga, donatela/ breve crer ou ñ crer

2009,janeiro13,terça-feira às 2:23PM | Publicado em 2º caderno, bobajada, cnvrg^nc, hojes | 5 Comentários

Voltar a começar a tocar violão> música> a beleza que a música pode e como causar> what a wonderful world> de chorar, de fundar um século> lembrei dela na voz do vocalista da banda mais importante desde os Beatles> ela, naquela voz, apareceu na propaganda da Coca> Beatles, Coca, Ramones, www este e o milênio que passou, que é onde vivo> acaso> que mundo maravilhoso

A questão é acreditar ou não em Deus. Ou e/ ou.
Quanto à existência, às vezes me parece que as provas de não existência é que são provas de existência.

Mas uma coisa eu sei. Ou, ao menos, desconfio.
Donatela é a verdadeira assassina. Salvem a flora.
Eu já vi ela (a Dª Tela) cometendo assassinatos num outro filmizinho aí.

donatela a favorita

Sta. Tartaruga, Donatela.
O que as suas companheiras Rafaela, Leonarda e Michelangela irão pensar?

Michelangelo nos leva à criação de Adão, e isso nos leva novamente a Deus e ao início do texto.

SOBRE DEUS: SOBRA P/ DEUS OU SOB DEUS?

Transcrevo abaixo meus últimos comentários no texto do Daniel Lopes no Amálgama (leiam lá p/ acompanhar a discussão, mas transcrevo aqui porque às vezes os links se perdem):

Este assunto é polêmico demais porque qualifica qualquer pessoa para o debate. Intelectuais, atletas, padeiros, mendigos (vocês entenderam), todos têm alguma consideração/ opinião sobre Deus, é um assunto que cabe a todos (vocês já entenderam).
Então é preciso restringir para isso aqui não se tornar um fórum de debate sobre a existência de Deus sem que seja considerado o que o texto principal (neste caso, o do Daniel) nos trouxe.
E o texto original do Daniel (bem complementado por todos os comentários que li até aqui) fala da questão da invisibilidade de Deus. E aí que as pessoas se separam (sem mal algum nisso): alguns crêem que têm de ver para crer, outros crêem que têm de crer para ver (sem conotação silas-malafaia alguma nisso, apesar do verbo crer em vez de acreditar). E este é o ponto de liberdade, o ponto de mistério, o ponto que ninguém pode dizer qual é o certo, o ponto “cada um, cada um”.

Mas precisamos ter cuidado com a prioridade que damos à lógica. Se falarmos em lógica, falaremos em razão, e razão leva a iluminismo, e iluminismo leva a modernismo e isso leva a pós-modernismo que me lembra que toda essa utopia moderna caiu, foi insuficiente. A razão é insuficiente. Serve para muitas coisas, mas não tem a complexidade que a vida tem. É um erro achar que a lógica é melhor (pior tampouco) que a intuição.

Discutimos, discutimos e paramos no ponto do mistério. E alguns tratam o mistério com lógica, outros com intuição.

A igreja católica é um gigante associação de bairro, a favor da família moralista.
A universal é uma competente empresa de auto-ajuda, mas que se estraga na hipocrisia ao usar o nome de deus (embora talvez por isso somente o seja).

Mas isso não é Deus, isso é religião. Ou associação, entidade etc. Então, nós podemos não acreditar em Jesus, em pecado, em destino, em inferno, mas isso não é Deus.
Podemos discutir tudo isso, pois isso é história, antropologia, psicologia, ciência além de um excelente exercício filosófico, mas o que discutimos são CONCEITOS DE DEUS. Na essência, somos incompetentes para dizer se existe ou não, pois esbarramos sempre num índice (paradoxalmente cada vez menor e cada vez maior) de mistério.

Caso exista Deus, ele (ou Ele, enfim) pode (e mais que isso, deve) não ser nenhum desses aí. Deus é um nominho que nós usamos para o mistério (o invisível).

O mistério é mistério, cada um usa como quiser.
Pode-se desprezá-lo e ser dono da própria vida. Ser auto-suficiente.
E a auto-suficiência é útil.
Ou pode-se acreditar em coisas além do que já se sabe e ter fé.
E a fé é também útil.

***

O fato de uma coisa estar provada cientificamente não tira seu fascínio. Talvez Deus explique a ciência e não o contrário.
O azul é azul por causa de raios luminosos, a física explica. Explica. Mas o azul já existe. O azul ainda é azul, ainda é fascinante.

Acho que o caso do cientista, Ju, embora não conheça, não é de filho drogado não.
É de fascínio. A inteligência de todas as coisas associadas, a vida (na mais abrangente complexidade da palavra) e seu sistema, o tempo, todos são fascinantes, justamente por usar das imperfeições para não deixar tudo exato. Perfeitas são as máquinas, que homens inventam. A natureza não se rebaixa a essa simplicidade. A natureza (a vida) é inteligentíssima.
E quem quiser chamá-la Deus não fará mal a ninguém.

***

Bem, um comentário breve, já que são pensamentos breves, até porque este assunto rende(ria) muito.

Antes, o Peterso falou uma coisa importante, a questão de nomear. E depois (mas antes de mim) a Adriana falou “(…) é um desastre, mesmo com tantas maravilhas”.

Isso já basta. Eu apenas uso estes dois comentário anteriores para dizer que para mim o absurdo está na pergunta ainda ser feita. A igreja católica é algo mais que religião, é uma entidade sócio-política até, não vale usá-la para debater Deus. E os ateus (ou muitos deles) dizem que não há Deus só porque ele (ou Ele, enfim) não é bonzinho, não deixa tudo mastigado e não dá paz para todo mundo.

Só na confusão de achar que um deus-mais-novo-testamento deveria agradar a todos para sê-lo (ou sê-Lo, enfim) e da interpretação bruta do que era para ser uma alegoria (o velho testamento) já se tem muito tempo a perder.

Se dermos uma voltinha no oriente ou mesmo ouvir certas pessoas s/ cultura e com um tipo de fé particular, teremos pontos de vista tão importantes quanto estes vindos do exercício filosófico que é debater esta questão.

Mas já que falei em exercício, vim aqui mesmo para comentar a forma da coisa, do escrever em si, já que um comentário serve bem para isso. E seu texto está bem escrito, deu conta do recado neste pequeno espaço.

2009 veio p/ ficar

2009,janeiro5,segunda-feira às 4:21PM | Publicado em diário, hojes | Deixe um comentário
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Vulcão aguarda erupção. Assim mais ou menos eu me noticiei sobre mim mesmo em 2004. E junto com isso dê-lhe e-mails a mim mesmo, com metáforas sobre horas e sacolas a serem cheias, com lembretes sobre a falta de terra no meu céu (ceu) natal e excesso de ar e fogo.
E em 1993 eu descobri muitas coisas. Mas antes disso eu nasci e mui provavelmente tenha descoberto mais coisas ainda por ocasião deste nascimento.
A menos que eu seja tipo assim um mutante ou tipo assim eu descubra que sou um mutante, a mutação (que seria a erupção, que seria a manifestação física (ou útil, ou prática, ou registrável) da explosão) deve acontecer um pouco mais intencionalmente, ao menos eu devo permiti-la, a fim de que aquilo que vem venha a todos e não fique por aqui, debaixo dos meus cabelos que necessitam de anti-frizz.
2008+1=2009
Levei nos dedos para lembrar de usar os dedos, porque já aprendi, o que era para ser o “pior já passou” da história.
E olhando assim a coisa é para explodir e vem explodindo desde 2004, 1999, 1993.
E isso é assim: o que é para ser feito (ou o que pode) num dia e aí uma semana e daí um mês e daí um ano. E daí eu corto o 1 e deixo o +. E mando o = p/ inferno.
2009 veio para ficar.

p.s.: em courier new, p/ lembrar uma máquina de escrever, e complementando aquele “texto s/ edição” ou algo do tipo logo abaixo, ou mais abaixo, que por sua vez deveria ter uma fonte para lembrar manuscrito rápido.

livrar-se das asas

2008,dezembro30,terça-feira às 1:39PM | Publicado em hojes, vídeo | 2 Comentários
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Eu podia pesquisar na www, mas eu também podia estar roubando, então a fim de não perder a essência, chamo bicho este aí que pode ser um cupim e acho que é um cupim. Enfim, um ser tentando se livrar das asas, com tanta gente querendo voar.  

Amigo, fico feliz que conseguiste fugir das asas, mas se eu te abraçasse eu te mataria.

Hoje é terça, e quando eu sair da repartição eu direi até segunda. E neste meio tempo o ano vira. Felicitações e resoluções são grátis. Então quem as quiser pegar, fique à vontade. Um bJoão e/ ou um Grando abraço a todos que não mataria se abraçasse.

x: vezes em vez de versus

2008,dezembro22,segunda-feira às 10:06AM | Publicado em crônica, editorial, hojes | 2 Comentários
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Talvez isso seja uma memória do que de positivo os comercialíssimos quadrinhos norte-americanos que se usam da trama para vender mais (notem que não pus vírgula antes do que, especificando-os portanto), do tipo Marvel vs. DC (e aí sim o “comercialíssimo” da coisa, a série Amálgama que inventaram para vender gibis, misturando de modo bizarro Batman e Wolverine) me deixaram subliminarmente, ou simplesmente a constatação óbvia do que vem acontecendo no popular “hoje em dia” ou de seu sinônimo mais seguro num nível de debate “pós-moderno”, ou ainda (para que não faltem “ou”) alguma filosofia já velha e sabida que me escape ou (mais provável se for o caso de ignorá-la, por confiar mais em minha preguiça que em minha falta de memória) falte. Ou porque eu fui maloqueiro e nerd ao mesmo tempo durante minha vida colegial e eu não estava sozinho.
Enfim:

X = VEZES EM VEZ DE VERSUS

Mais um texto na minha coluna no OPS estendendo (mas evidentemente não o suficiente) este assunto a partir desta frase por mim cunhada (ou por mim, cunhada, se falasse com a irmã de minha esposa ou esposa de meu irmão, se tivesse irmão e ou esposa, embora os tenha de certas maneiras) em meados de 2006, quando escrevia meu livro ainda não publicado.

Deixem de conferir (tipo aqueles anúncios “não leia”, que já foram geniais).

Ensejando a atmosfera editorial, final de ano para mim é época de comer doce e tomar refri sem cuidado algum, bem como champanha, ceva, pernil, pizza de mm’s, gordura saturada, dormir sempre que possível, praticar somente os exercícios divertidos (geralmente esportes), deixar tudo para o ano que vem, assistir novela, além dos clássicos/ clichês inerentes à época.
Portanto, um HO, HO, HO extra, pois embora haja muitas idéias pendentes de prática (ou ainda a maioria delas) esta não é uma época para muitas novidades. Se todos forem como eu, devem estar meio desligados – embora eu tenha esta sensação num campo ideal, já que dia 25 acabo por (às vezes) fazer muitas coisas que faria normalmente num domingo ou feriado.

Aliás, como não descobri ainda como inserir aquele plug-in/ widgjet posts semelhantes, se alguém quiser pensar mais sobre o vs., não leia isto.

the book which was on the table is in your head now

2008,dezembro18,quinta-feira às 2:15PM | Publicado em hojes | 10 Comentários
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Peguei um Meme meio antigo (mas antigo não existe) através de Língua Minha>Razbliuto (belíssima palavra, perguntem ao Daniel o significado)>Ju Dacoregio.
Meme é uma dessas coisas orkutianas e divertidíssimas, do tipo responder questionário das meninas em cadernos na infância, ainda que isso fosse realmente mais destinado às meninas.
Enfim, eis o Meme. Deixo claro que, ao menos para mim, considerei a regra de que revistas e outras coisas estão fora da brincadeira, senão tudo mudaria muito, especialmente na adolescência e antes e depois dela.

1. Livro/Autor(a) que marcou sua infância:

não é deste tipo de livro talvez que falamos, mas foi a enciclopédia Conhecer. Fascinante, a palavra descoberta cai muito bem. Eu lembro que eu pensava que o Victor Civita havia escrito toda ela e portanto o admirava muito. Na 2ª série eu me tornei quase uma Lisa Simpson por causa da enciclopédia: do tipo falar no tamanho das sequóias e hábitos alimentares de felinos (especialmente) para crianças de 8 anos de idade. E os atlas. Decorei quase todos os mapas continentais do mundo à mão livre de tanto desenhá-los. Outra coisa que marcou minha infância foi uma história infantil (sério?) que contava do encontro de um gato doméstico com um selvagem, mas acho que o que me impressionara mais foram as ilustrações.

2. Livro/Autor(a) que marcou sua adolescência:

na minha pré-adolescência: “Descanse em paz, meu amor”, do Pedro Bandeira, lido na 7ª série, através de uma parte que ao descrever uma mulher formosa (momento de grande erotismo para mim) elucidou em mim a idéia de que uma descrição pode ser mais poderosa que uma imagem, algo parecido com o que aprendi lendo sobre Garrincha e depois assistindo vídeos em que ele aparece. E com o poder da descrição aprendi o poder da palavra ou, mais que isso, da rarefação (e conseqüente velocidade, transparência, maleabilidade etc. do campo intelectual). Em minha adolescência Estorvo, do Chico Buarque, marcou-me quase pelo mesmo motivo, por me fazer prestar mais atenção às palavras do que às imagens geradas por elas. E finalmente o conto Boi Velho, do João Simões Lopes Neto, aí devido a uma imagem, que cá ficou em minha cabeça como um sinônimo de tristeza e beleza da tristeza.

3. Autor(a) que mais admira:

em princípio: Campos de Carvalho, Ranier Maria Rilke, e.e.cummings, João Cabral de Melo Neto, Vinícius de Moraes, Décio Pignatari, Augusto e Haroldo de Campos.

4. Autor(a) contemporâneo:

ainda em princípio: Michel Melamed, Arnaldo Antunes, Viviane Mosé.

5. Leu e não gostou:

Mastigando Humanos, de Santiago Nazarian. O blog dele é acima da média em termos de inventividade, ele pode ser um cara legal, inteligente e até talentoso, mas não podemos sorrir tão facilmente, não em literatura: o livro achei bobo, bobo. E há uma sutil diferença entre verborragias que beiram insanidade, sutileza que difere um violino irritante de uma Quatro Estações direto no teu corpo inteiro e que difere o trabalho do Campos de Carvalho antes citado deste projeto aí.

6. Lê e relê:

basicamente os favoritos. E poesia, pois a poesia acontece na hora que se lê, é como comer um chocolate.

7. Manias:

tal qual o Daniel Lopes, também cheiro os livros. Aliás, não existe cheiro de livro que seja ruim, aliás, papel algum tem cheiro ruim. Das folhas amareladas dos sebos aos folders de novidades imobiliárias, todos têm cheiros lindos e me lembram muitas coisas. Outra mania que tenho é a de jamais me livrar de um livro, pode ser didático da 4ª série, pode ser um lixo, qualquer coisa, não consigo tocar fora tampouco doar.

Às vezes me acomete ser qual uma Bruna Surfistinha, que dizem ter mais livros escritos do que lidos, devido ao exagero com que me estendo às vezes em determinadas matérias e ao meu gosto mais por escrever por que ler. Mas ainda assim talvez seja um sintoma falso, pois no fundo gosto e muitíssimo de ler, e se escrevo pode ser quase uma homenagem à leitura. Mas tenho de ler muito ainda. Assim ensejo passar este meme à Laura , à Ruiva, ao Coelho e à Janaína (olha eu brincando de blogueiro e escrevendo só o primeiro nome das pessoas além de espalhar vários links num texto), que muito provavelmente leram muito mais que eu e os quais tenho certeza adoraram participar de tal brincadeira, inclusive estendendo-a a seus amigos-membros (no caso dos três últimos) da comunidade Verso & Prosa, a qual nos proporciona compartilhar de coisas em suas seções destinadas à discussão, por exemplo. Tanto melhor.

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