1º de abril e uma verdade para variar [e p/ ñ variar, mudei-me novamente]

2009,abril1,quarta-feira às 12:59PM | Publicado em diário, editorial | Deixe um comentário
Tags: , , , , , ,

Bem, o 1º de abril tem aquela história do calendário gregoriano etc.
O fato é que eu caí na mesma brincadeira do ano passado, brincadeira esta que envolve descer e subir escadas para encontrar uma pessoa que devia estar no trabalho – e evidentemente estava, mas o inteligentão aqui lembrou somente depois de ouvir as risadas. Contornado o problema, neste clima que vi a tal tag #tododiaeh1deabril e colaborei com uma série de clichês no @joaogrando.

Mas a outra coisa, e que não é mentira, mas tem a ver com um falso (ou melhor, um segundo) começo de ano, é que voltei de vez para o blogspot. Aquela história, o .com do WordPress (porque como já disse o .org é quase unânime) deixa muito a desejar em relação ao Blogger, que pode ser customizado gratuitamente (inclusive diretamente em HTML, o que me permitiu mexer nas margens e medidas em geral), suporta flash e JAVA, além de já ter naturalmente um visual menos personalizado pelo autor do template (e conseguintemente mais personalizado pela pessoa mesmo). E as vantagens do .com do WordPress (página inicial fixa, páginas fixas, categorias e administração facilitada) são passíveis (à exceção da página inicial fixa) de “dá-se um jeito” no blogspot, o que pode dificultar um pouco na feitura, mas não altera nada o resultado final para o visitante, que é o que importa.
Outra vantagem do .com do WordPress é o modo que eles indexam as tags, o que rende muitas visitas vindas de buscas. Mas, para o meu caso, descobri que prefiro o serviço gratuito do Blogger, e acho que ele é mais bem indicado àquelas pessoas que se aventuram em mais mídias além do texto e cuidam do design da página. Mas para quem não quiser se preocupar com isso e ficar somente com a boa, velha e (dependendo) densa palavra, realmente o .com do WordPress cai como uma luva.
Enfim, tal como a programação nova da Globo que começa somente em abril, e já me desculpando pelos transtornos da reforma (que ainda acontece, pois uma série de coisas ainda tem de ser arrumadas, embora já dá para ir atendendo por lá):
NOVO ENDEREÇO: http://joaogrando.blogspot.com

novo-endereco

Atualizem vossos bookmarks, readers, links (mas não é obrigatório).

Um bJoão e um Grando abraço.

 

vide a respectiva retrospectiva 2008

2008,dezembro29,segunda-feira às 1:45PM | Publicado em editorial | Deixe um comentário
Tags: ,

Embora a preguiça, estava quase a escrever um artigo resumão do ano, mas percebi pensando que pensando se percebe, ok, sem palavras inúteis: ao longo do ou durante o ano eu falei sobre estes assuntos que tomaram os jornais, as tevês em nossos lares e nossas reclamações de não se fala em outra coisa, assim sendo, crio aqui um pequeno índice não do que foi notícia em 2008, mas do que foi notícia e foi comentado aqui:

Nardoni’s defenestrações, Josef Fritzl pai dos próprios netos, as olimpíadasObama, os aniversário em 2008, Ingrid Betancourt e Fluminense, Lei seca, Marcelo Silva, A Favorita, reforma ortográfica, irmã DorothyBBB, PQP, VMB, LHC, CQC, SC e a enchente, o incêndio na fábrica de fertilizantes Yara, Habacuc e o assassinato do cão por causa da arte, Eloá e Lindemberg, o aniversário de 1 ano deste site e fique à vontade para ver o resto também, podendo inclusive usar as categorias.

Se não nos vermos antes do reveillon (mas acho que passo por aqui ainda), próspero ano novo e saúde caso alguém espirre e eu não esteja por perto (piada antiga).

x: vezes em vez de versus

2008,dezembro22,segunda-feira às 10:06AM | Publicado em crônica, editorial, hojes | 2 Comentários
Tags: , , , , , , , , ,

Talvez isso seja uma memória do que de positivo os comercialíssimos quadrinhos norte-americanos que se usam da trama para vender mais (notem que não pus vírgula antes do que, especificando-os portanto), do tipo Marvel vs. DC (e aí sim o “comercialíssimo” da coisa, a série Amálgama que inventaram para vender gibis, misturando de modo bizarro Batman e Wolverine) me deixaram subliminarmente, ou simplesmente a constatação óbvia do que vem acontecendo no popular “hoje em dia” ou de seu sinônimo mais seguro num nível de debate “pós-moderno”, ou ainda (para que não faltem “ou”) alguma filosofia já velha e sabida que me escape ou (mais provável se for o caso de ignorá-la, por confiar mais em minha preguiça que em minha falta de memória) falte. Ou porque eu fui maloqueiro e nerd ao mesmo tempo durante minha vida colegial e eu não estava sozinho.
Enfim:

X = VEZES EM VEZ DE VERSUS

Mais um texto na minha coluna no OPS estendendo (mas evidentemente não o suficiente) este assunto a partir desta frase por mim cunhada (ou por mim, cunhada, se falasse com a irmã de minha esposa ou esposa de meu irmão, se tivesse irmão e ou esposa, embora os tenha de certas maneiras) em meados de 2006, quando escrevia meu livro ainda não publicado.

Deixem de conferir (tipo aqueles anúncios “não leia”, que já foram geniais).

Ensejando a atmosfera editorial, final de ano para mim é época de comer doce e tomar refri sem cuidado algum, bem como champanha, ceva, pernil, pizza de mm’s, gordura saturada, dormir sempre que possível, praticar somente os exercícios divertidos (geralmente esportes), deixar tudo para o ano que vem, assistir novela, além dos clássicos/ clichês inerentes à época.
Portanto, um HO, HO, HO extra, pois embora haja muitas idéias pendentes de prática (ou ainda a maioria delas) esta não é uma época para muitas novidades. Se todos forem como eu, devem estar meio desligados – embora eu tenha esta sensação num campo ideal, já que dia 25 acabo por (às vezes) fazer muitas coisas que faria normalmente num domingo ou feriado.

Aliás, como não descobri ainda como inserir aquele plug-in/ widgjet posts semelhantes, se alguém quiser pensar mais sobre o vs., não leia isto.

[OPS!] monalisa vs. sistina

2008,dezembro1,segunda-feira às 3:31PM | Publicado em editorial, hojes | 4 Comentários
Tags: , , , , , , , , , ,

monalisa

Ops, esqueci de dizer que estreei como colunista no OPS!
Faço agora parte como colaborador d’O Pensador Selvagem, este belo projeto idealizado e organizado pelo múltiplo Rafael Reinher, projeto que além de produzir conteúdo interessante ainda conta com blogs criativos e inteligentes tais como o Ágora com Dazibao no Meio e o do Guga Alayon, além de tantos outros.
Em breve, farei daqui um link decente para meu perfil lá.
Meu texto de estréia, na coluna que se chama Cultura saturada, é o Monalisa vs. Sistina, de cujo recortei o trecho seguinte:

“Um duelo entre Monalisa e os senhores e senhoras atléticos da Capela Sistina não seria uma covardia: se eles têm força física, são gigantescos (o Adão teria quase três metros se se levantasse daquela colina, sem falar nas sibilas e profetas) e têm no time ninguém (ou melhor, Ninguém) menos que o criador do universo, a Gioconda revela em seu sorriso esfumaçado alguma ironia, alguma arrogância, alguma prepotência de quem tem um poder misterioso, de quem nem parece humano, de quem mesmo tendo um cenário medieval e místico como as coisas medievais eram às costas, olha para frente, para o futuro, e olha para onde você for.”

10000º

2008,novembro28,sexta-feira às 2:15PM | Publicado em editorial, hojes | 2 Comentários
Tags: , , , , ,

Ontem, às 20h39, tive por aqui o meu dez centésimo visitante/ a minha dez milésima visita. Graças ao FEEDJIT pude sabê-lo(la) um(a) erechinense. Um gaúcho, logo um gaúcho/ sul rio-grandense pára aqui pela 10.000ª vez sendo isso aqui disponível para o Brasil e mundo inteiro (talvez um pouco menos na Coréia do Norte e Cuba, além do pouco movimento na Groenlândia e Antártida). E logo de Erechim, a cidade que eu nunca soube se se escrevia com ch ou x (eu axo que devia ser x e aportuguesaram alguma coisa indígena). Uptade imediato: erexim/ chim significa pequeno campo. Enfim, apareça, dez milésimo(a) visitante! Caso você não seja um dos 27 ontem que parou aqui procurando “suzana vieira” ou aquele que parou aqui buscando “mulher maravilha trepando com o coringa“,  apresente-se!

Afinal, Erexim/ chim é a capital da amizade e completou 90 anos este ano. 

E assim olhando o FEEDJIT eu caio o queixo sempre com a Internet: ontem teve uma visita aqui de São José dos Pinhais – PR. E voltando para casa de carro ontem, parou um caminhão na minha frente com a placa São José dos Pinhais – PR.  O caminhão gigante, pesadão, tendo que parar no semáforo; o cidadão que veio de São José dos Pinhais pela www ou equivalente levou alguns segundos.  Claro que se eu tivesse nascido há umas dezenas de anos atrás me impressionaria com o telefone e talvez me motive assim nada que ver a comprar meu primeiro celular, e também por fim a natureza é sempre mais impressionante que a tecnologia, mas isso é assunto para o 20.000º.

Um bJoão e/ ou um Grando abraço.

10011100010000

ovni voador não identificado

2008,outubro29,quarta-feira às 9:58AM | Publicado em crônica, editorial | 9 Comentários
Tags: , , , , , , , , , ,

Tem Texto meu no Amálgama. Eu não mando em (quase) ninguém, senão eu diria vide/ leia/ comente/ responda etc. Mas, uma vez que está publicado, sinta-se à vontade p/ ver/ ler/ comentar/ responder etc.
Abaixo alguns (…) trechos (…):

“‘Crer’ em vez de “acreditar” para, embora desprovido de qualquer embasamento semântico, dar uma conotação de fé flutuante: de não saber bem no que, mas uma fé, uma fé por si só, tão sincera que me dá medo.”

“E disso é que indubitavelmente já são feitos (…) uma materialidade possível, uma abstração certeira.”

“(…) as coisas se distorcem na hora de transformar um roxo em #800080, ou #570057, ou #C800FF, ou #4B0082 (…)”

“As coincidências fazem parte do desempenho serial (abc, abb, acb, bbc, bcc… uma hora ou outra chega o aaa, o bbb, o ccc).”

“(…) fazer-nos ver a vida na Terra de fora, tudo isso, este meio do caminho entre o bicho e a nave interestelar, ou mais esticado, entre o ser unicelular e a máquina do tempo, entre o hidrogênio e o _ _ _…_.”

“(…) o(s) universo(s) é(são) tudo. E quando pensamos num universo grande demais – no sentido físico, já que, sendo tudo, todos são finitos, mas não têm fim, como a Terra, e, se pensarmos no que dizia Goethe, que achar o infinito é lançar-se a todas as diferentes direções do finito – isso, o finito sem fim é infinito, ou, quase isso, mas não num modo abstrato, a versão prudente de infinito: os outros “i”: imensurável, incontável, inimaginável.”

“(…) o caso tenha sido de dois ouvirem falar e falarem para um outro, e o outro simular algo para alguém e para este alguém isso virar verdade e para alguém que confia naquele alguém anterior a este se ele disse que é verdade é verdade também, e os que ouviram falar ouviram uma invenção gratuita, ou a mesma relação com um número diferente de atores (as armações e os mal-entendidos são de fomento simples, basta a estes uma dose de segurança e àquelas iniciativa e falta ou distorção de ética), a sensação é real, as sensações em si são sempre reais (…)”

Um bJoão e/ ou um Grando abraço.

avisos

2008,outubro7,terça-feira às 2:43PM | Publicado em editorial | 3 Comentários
Tags: , , , , , , , , ,
Esqueci-me de avisar: há um texto meu no Amálgama. E ia pôr a frase sobra a Lavínia Vlasak (ou Vaslak, ou Vslak, ou wsalksvlka) aqui, mas aí enquanto eu hesitava e hesitava como faço com centenas de coisas escritas, fiz um Twitter p/ estas coisas passageiras e pus lá (não sei se durará, mas de grátis até ônibus errado*).  Enfim, avisado.
*Claro que não. Ou comigo não, violão.
Trecho do texto:
“ (…) o mundo hoje é um pouco (ou um muito, ou muitos muitos) este saco de gatos mesmo e quem sabe é tudo farinha do mesmo saco: Guimarães Rosa e Mulher-Melão, é tudo informação – tudo pode ser 0 ou 1. E sim, você pode escolher 0 ou 1, sim ou não, ser ou não ser. Ou pegar o 0 e o 1 e fazer uma combinação, misturar o improvável, algo tão óbvio que até a Coca zero faz (…)”

análise do que nem eu que faço vejo

2008,setembro19,sexta-feira às 3:16PM | Publicado em editorial | Deixe um comentário

“Eu vejo (posso estar errada) o seu desenho acontecendo, fluindo, se formando de maneira quase independente da sua mão, embora fruto dela. Enxergo a riqueza de detalhes, a fúria e a delicadeza; uns pontos de frustração, outros de redenção. Nada é estático, nada é imediato — ou melhor, é um sentimento imediato e rico, que se adensa com novos olhares, com novas visitas. É o meu olho se amoldando e se surpreendendo ao que é seu figurativo, mas nem tanto! É o figurativo oferecendo uma gama de possibilidades muito maior do que o abstrato. É parecido com a vida (…)”

 

Trecho de Renata Nassif. Esta orgulhosamente linko, aquele orgulhosamente colo. 
Elá já escreveu muitos desenhos meus, assim como da Maína.

JOÃO’S OPINIÕES ruma ao ano II

2008,setembro12,sexta-feira às 3:13PM | Publicado em editorial, hojes | 2 Comentários
Tags: , , , , , , , , , , , ,

1% de século. 1 ano. 365 dias. 8.760 horas. 525.600 minutos. 31.536.000 segundos.
Bem, o resto ou é fração de segundo, ou fração de século, ou de milênio.
Não revisei o cálculo, até porque o dia tem mais de 24 horas e num nível civil este ano foi bissexto. Mas deixemos assim pela simbologia.

Enfim, 1 ano no ar. Claro que em 1 ano (e em todas as outras unidades equivalentes) a maior parte do tempo eu não estava necessariamente produzindo, até porque as coisas são assim, mas boa parte do tempo eu pensava “eu tenho de deixar este blog mais fiel ao que realmente surge, em vez de ter aquela pá cheia (ou pás cheias – um carrinho de mão, pá, pá, parararapá) de anotaçõezinhas de idéias e textos apenas iniciados”.

Enfim, a velha discussão a respeito de possibilidade e realização, de qual eu tenho mais um texto rascunhado.

Enfim, para relembrar (em CAPS LOCK):
POST nº2: 1º POST, a pedra fundamental.
E os blogs que se uniram (mas tudo que tem lá veio p/ cá) e formaram este:
ESCREVÊ-LA
PQPETC

JOÃO’S OPINIÕES ANTIGO

E ainda no clima CAPS LOCK:  QUE ESTA DATA SE REPITA MUITAS E MUITAS VEZES, PELO MENOS UM TREZENTOS E SESSENTA E CINCO AVÓS DELA MESMO EU GARANTO, POSTO NÃO TER PLANOS DE ENVIAR TUDO À LIXEIRA AMANHÃ DE MANHÃ.

E, como não poderia deixar de ser, quem está de aniversário é o JOÃO’S OPINIÕES, mas quem ganha o presente é você:

2008,março10,segunda-feira às 4:25PM | Publicado em editorial | Deixe um comentário

BlogBlogs.Com.Br

nuovo JOÃO’S OPINIÕES

2008,março7,sexta-feira às 4:55PM | Publicado em editorial | 1 Comentário
Tags: , ,

Agora englobando pqpetc e escrevê-la. E abrindo espaço para as coisas pequenas e/ ou pessoais que eu não conseguia adequar a um dos três. Porque a liberdade é azul e de todas as cores. Porque a união faz a força. Porque é mais fácil para os leitores (os menos de 100 de Stendhal que Brás Cubas falou).

E porque, afinal de contas, eu preciso oferecer o pacote completo de mim mesmo – só assim, misturando tudo, é que eu funciono. Algo que condissesse comigo mesmo. Se hoje em dia há até uma certa androginia dos extremos, é difícil (e não aconselhável pelo novíssimo bom senso) classificar bem e mal, certo e errado e, para alguns, homem e mulher, quem seria eu para classificar a linguagem? Como diz Melamed, e como digo eu mesmo e vários outros estudiosos de arte previram, a mídia não é importante – a idéia é. E a imaginação é mais importante que o conhecimento (mas chega de dizer dizeres). Não se trata de jogada de marketing. Não tenho público (talvez ainda) para o fazer. Aqueles três completaram um ciclo (mesmo que eu tivesse público, mesmo que fosse jogada de marketing, eu diria isso, ou não, pois procuro ser sincero). Um ciclo de indecisão, dúvida e de não saber o que fazer.Pois bem, atualizem vossos bookmarks, links ou listas de bloqueio. Aqueles agora são posts em preto e branco.

Mas os manterei, pois eles foram pasteurizados, não têm perecimento. Além do que, de grátis até ônibus errado (sempre acho isso engraçado).

Agora eu tenho certeza, e sinto grande alívio quando tenho certeza porque estou sempre em dúvida e sempre sem grande alívio. Passei para cá só o que me era mais caro, ou seja, tudo (ou quase tudo). Tu realmente não precisas os visitar, embora eu esteja insistindo através de links. Eu preferia o visual daqueles, mas talvez é como se eu tivesse saído da TV Manchete para ir para a Globo, ou saído da Globo para ir para a Record. Um belo dia resolvi mudar. Apesar de não gostar tanto assim dessa música (mas a ouvindo agora eu gostei, e, porque não, dancei – com a cabeça), é isso que ocorreu. Talvez um belo dia eu vá lhe telefonar.

1º post do antigo http://pqpetc.blogspot.com

2007,novembro22,quinta-feira às 11:38PM | Publicado em editorial | Deixe um comentário
Tags: ,
atenção,atenção.som.som.testando.
1º post.
1ª impressão é a que fica
um caralho.
a média das impressões é que fica mesmo.
1º post.
se é para rir rára´ra´os simpsons o fizeram.se é para brincar com as palaá-á-á-vras o augusto de campos o fez.se é para extrair poesia de certas coisas,a yoko o fez,o macchi o fez;para pedir paz,o martin lennon king o fez;para fazer o mundo voltar,o cristopherman,o superreeve,no I,o fez.
fez.
tu fezes.
no novembro de 2007.11 do 7,11/7,ou 07/11,na notação britânica(por isso é farenheidt 9/11,porque é nos U.S.A.que foram colonizados pela Inglaterra e isso não significa que lá eram nove de novembro(que aliás, vejam vocês, combina o nove e o novembro),enfim,na notação britânica,seven eleven,grande som dos grandes ramones,regravado grandemente pelos grandes(mas ex)raimundos.mas no caso,é 22/11.ia ser circunferência.do tipo,“tá dando circunferência (sic) na tv!”. ia ser fez, aí um duplo sentido,mas um cara já fez(fez uma fez com todo o trocadilho),mas se fosse ser fez eu ia dizer“mas fica a pergunta:ex-fez: desfeito ou adubo?”EX-FEZ: DESFEITO OU ADUBO? EX-FEZ: DESFEITO OU ADUBO?e se fosse circunferência eu ia dar uma volta.este era para ser sem sítulo S/ TíTULO.vêem que eu me refiria aos títulos antes, quando era dito “era para ser?”no começo, comece. meio que é o meio o que fica, definitivamente não é a primeira impressão e, no fim, nem o fim. tanto título bonito:panapaná.,Circunferência,sic,também indisponível o iii,o iii(!)indisponível.tentei vão tomar no cu (não sei bem quem) eu amo todos vocês (nem sei bem quem).

primeira

2007,setembro27,quinta-feira às 3:30AM | Publicado em editorial, joão-lírico | Deixe um comentário
Tags: , ,

palavra: palavra. Rara combinação. Uso aberto – usa-a livre. Coragem haja. Fugir jamais. Deixá-las: hão de agir. Deixa a palavra, entre as palavras, agir: da palavra aja.

POST nº 2: 1º POST

2007,setembro13,quinta-feira às 3:41AM | Publicado em crônica, editorial | 3 Comentários
Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

(ou post de estréia)

A vontade que me dá (e eu que a ela dou sustentação) é fazer uma retrospectiva 2007 e até mesmo 2006, parcialmente, ao menos, a fim de falar de todos os assuntos que eu perdi de falar aqui por não ter começado o aqui propriamente dito antes: William Bonner e o debate com maior número de regras da história; Campos de Carvalho; campos de futebol; Maria Augusta e Michael Moore, com inaplicável confronto dando larga vantagem àquela; superestimações; cotidiano impressionante; decepções; Bruce Lee; violência; cinismo por causa da violência; hipocrisia; coisas boas também; coisas bonitas também; Wittgenstein e a trasnvanguardia; Brasília; Rio de Janeiro; etc etc etc.

Enfim.

Bem da verdade que eu poderia decretar neste espaço um espaço-tempo indefinido e por tempo indeterminado, e é o que farei: entretanto perdi o fio da meada das notícias aquelas, embora deixe estabelecido por ter achado uma boa idéia o negócio do espaço-tempo. Portanto, feliz natal. (Já que natal é tempo de boas ações, fiquemos nele). Em suma, falar sobre tudo. Mas não agora, posto que o espírito da estréia (e isso é uma estréia) é estrear, é perder o medo de estreante e conhecer outros que não se sabia antes. Assim não tem nada que ver com a importância das palavras (1ª vez que eu escrevo palavra aqui – a estréia tem dessas coisas). E ela (a estréia, não a palavra) tem de ser cheia de erros (eros, se fosse um erro, aí faltando um r, erado, no caso, mas que Eros também é importante numa estréia). Pouco se lembra da estréia, então esse post ficará abandonado tal como um posteabandonado, mas com a lâmpada funcionando (essa invisibilidade da estréia me permite certas “tentativas”, para ser eufêmico, a propósito, 1ª vez que usa aspas aqui). Ou então teria de aqui fazer uma introdução: aí vão umas: “pois bem, não sei se vocês lerão ou não leram, se bem me querem, mal me querem, mas é de grátis, eu sou livre e posso falar. Pode ser uma notícia, uma crítica de qualquer coisa (até de uma crítica), uma imagem bonita”; ou aquela coisa “aconteceu? Pá. Eu boto lá (aqui, no caso)”, mas não seria o caso de tudo, pois há agências etc para esse tal de tudo; ou se fosse irônico “por bem (ou por mal) já que está aqui, leia. Ou ao menos veja, olha só, tem um monte de letrinhas”, ou se quisesse discorrer sobre isso diria “cada uma delas foi pensada por nações e povos inteiros para pertencerem a cada palavra. Cada uma destas se submete a regras, e as que estão aqui foram porque eu as aloquei assim”, ou simplesmente se eu fosse de citar Drummond eu diria “(…) e contempla as palavras” mas todas essas tentativas se verteram frustradas, pois não era eu e até mesmo este “não era eu” tem seu percentual alto de clichê, um pouco mais que o restante que divide também tais elementaridades. Donde quase seria levado a concluir (e a crer) na súmula de não ter o que falar – “pensa e só, boca fechada não entra mosca”. Pára e recomeça. Em tempo: próspero ano novo.

Renovar o sopro vital, ou simplesmente usar as resoluções reveillônicas (próprias de reveillon) p/ equivaler inércia a constrangimento e coagir mudanças. Honestamente eu queria mesmo um estado de espírito tão eufórico que me seria permitido almoçar chocolate sem os ônus químicos dessa ingestão incomum. Um estado de espírito do revés do stress (talvez a popular euforia), mas com um pouco de stress para não ser só euforia, entende? Evoluir (e isso não é uma ONG). Em vez de vestir-se no escuro ou usar a mão esquerda no mouse, utilizar o superestimado lado direito do cérebro (e o não menos lado esquerdo do peito) em planos de metas subjetivas, preocupar-se com as emoções. Ver o mundo de fora por estar tanto tempo dentro do próprio (ou mundo de dentro), o popular “seu mundinho”, do tipo “sai do seu mundinho, guri”. E eu, que posso ter quase 25, ou quase 30, ou 40, ou 90 me não importaria (como aquele correio eletrônico com power point espalhado pelo mundo e perdido nalgumas caixas de entrada que tem uma mensagem pregadora de atitudes pós-modernas inseridas na despreocupação que as mulheres mais velhas têm especificamente em relação à representação generalizada das mais jovens apresentadas nos slides anteriores, já que aquelas mais velhas usam chapéu roxo), eu aqui.

Fato: na minha própria esfera eu me sinto um amador (na conotação lusitana, inclusive, a mesma que chama desenhista de desenhador) em busca do que um amador (ainda em todos os sentidos) busca. Buscas (com o mesmo sentido de evoluir antes usado). Avante. Num vôo certeiro, em vez de um sistema de degraus, numa aventura vetorial que jamais ousaram ousar. E também defender a natureza. Salvar o Congo, a Amazônia, os tigres, a arte. Daí me vem e me cai a ficha da normalidade. E fica tudo normal, bem normal.Você já pode ter me visto no centro, por exemplo. Ou você já pode ter me visto como exemplo, por exemplo. Saber-se-ia daí que eu existo. Mas eu existo mesmo (pois penso, logo…), e uma prova disso é eu estar escrevendo isso (e você lendo, talvez). Mas o que dizer nesse espaço enorme (a tela em branco)? Posso dizer: há gente que vive de vender frutas. Ou colaborar com mais um relato pessoal e diário (ou quase diário, no que “constante” substituiria bem) para a nouvelle historie, ou estabelecer um canal em minha consciência, ou dizer-lhes que irão conseguir e que, mais que isso, e antes disso, eu vou conseguir. Há coisas (e aí eu repito o que era lá de cima que foi usado numa hipótese que não foi usada): pode ser uma crítica, uma cena, uma pessoa etc, há coisas que eu vejo/ ouço/ sinto/ penso/ percebo etc que me dão vontade de contar, opinar, nas quais eu me sinto mesmo um amador – isso vos garanto de meu próprio punho. Dia desses, por exemplo, achei um xampu com cheiro que me lembra alguma coisa, alguma coisa mesmo.
Um bJoão e/ou um Grando abraço

xi/ix/mmvii

2007,setembro12,quarta-feira às 11:57PM | Publicado em editorial | Deixe um comentário
Tags: ,

Eu devia ter começado antes.
Em verdade, há muito, muito tempo atrás.
Mas como era para ontem, deixei para amanhã, pois fazendo hoje, o hoje será ontem, mas só amanhã.
E não deu para fazer em agosto, que por motivos de força maior é um mês foda p/ mim.

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.
Entries e comentários feeds.