texto sem revisão

2008,dezembro28,domingo às 2:53AM | Publicado em diário | 2 Comentários

Um post autêntico este que virá. POrque aquela coisa meio desabafo, aquela coisa meio pôr para fora sem que isso gere alguam relevância ou simplesmente que não tenha relevância alguma, mas que alguèm por sua conta e risco leia. COmeço agora isso, mas em verdade o fiz no carro, donde estava para cá, e veio palavra por palavra e se bobear até a fonte que usaria, que no caminho calhou-me ser fonte alguma, para reforçar o tom desabafo disso e incrível como a gente (nós, que seja) se trai nesta questão do que é natural e cada vez mais o limiar é o maior lugar, as coisas são tão próximas, porque talvez exista “a coisa”, como se fosse um segundo, um momento, sei lá, e tudo que for será uma coisa por um momento, sendo tudo coisas, ou seja, tudo é a mesma coisa porque qualquer coisa é uma coisa. Na palavra coisa é que tudo se encontra, ou na palavra tudo todas as coisas se encontram, inlcusive o tudo.
A verdade é que é uma loucura isso de a última coisa escrita ser a primeira num blog, afinal no blog efetivamente os últimos serão os primeiros e os primeiros foram os últimos o que é justamente o contrário de um livro, já que o último capítulo lido é o mais recente na nossa cabeça, mas já lemos todos os anteriores, já no blog a gente conhece o blog de alguém e vai lendo ao contrário, por isso não pode se importar com a ordem e haverá apenas uma ordem espontânea que mesmo não espontâneo denunciara alguma coisa, nem que seja isso mesmo (isso, no caso, seria a falta de espontaneidade).
Mas a questão não poderia deixar de ser o ano que acaba quarta (mas que já acabou hoje no Zorra Total e no Altas Horas (vide vós que não saí este sábado, tampouco preocupei-me em pegar uma fita, mas não digo que não fiz nada pois estava bom fiquei com preguiça de explicar) e mandei essa piada lá na minha irmã (na casa dela, uma metonímia talvez, se não errei) enfim) dizendo após o 10-9-8-7-6-5-4-3-2-1 do Zorra Total que “então é hoje? E a gente nem combinou nada!” na hora ficou tri engraçado, mas entretanto contudo enfim como vocÊs sabem eu vinha pensando (em verdade como eu sei, porque eu tenho talvez mais de 300 páginas escritas de regras pessoais motivações anotações filosóficas puras metas resoluções que me ocorreu agora (agora há pouco, para falar a verdade) eu as teria de trasncrever todas para deixar este texto (post, enfim) tornar-se relevante no sentido de dividir minhas descobertas (o que seria uma espécie, ou ao menos gÊnero, de conselho) então não é o caso, mas falando em caso o caso é que as minhas resoluões são muito parecidas desde 2001 e praticamente as mesmas desde 2004, quando minha vida mudou muito por causa da beleza – e desde 2001 por causa da beleza também, mas sempre por causa da beleza) e, na boa, agora fiquei com preguiça de desenvolver tudo isso, mas envolvia algumas frases e/ ou metáforas de efeito, tais quais/ como precisamos responder para que perguntem depois e uma outra muito mais sofisticada e óbvia na mesma medida, que havia usado para com minha irmã na minha irmã (metonímia nesta última palavra irmã) que era assim a justiça é cega e portanto precisa de provas, mas a rigor todas as outras coisas são cegas também e precisam de prova também: melhor falado, para quem sabe eu pôr no twitter: a justiça precisa de provas por ser cega, e todo o resto também, mas como não é uma música nem um poema eu não encaixarei em espaço algum e fica por isso mesmo – então eu quero que 2009 seja mais divertido, eu dei um exemplo de uma bola vermelho no qual num determinado contexto a bola vermelha seria a alegoria e/ ou representação visual do que nos incomoda e a bola vermelha ou vai para cima (pelo desprezo) ou volta para (pelo protesto, ou algo semelhtante, em verdade pela ação, pela atitude) ou ficava na gente, através do rancor ou da reclamação – do tipo “eu poderia fazer melhor” ou “se eu quiser eu faço o que eu quero aqui”, ou seja, palavras inúteis, e me ocorreu de passar a usar as palavras só quando elas atingirem um status de ação (serem tão úteis quanto um soco) ou quando forem para me aliviar (ou os dois casos se é que no fundo – ou na superfície – eles não são o mesmo (caso R$ 10 que são). Mas me ocorreu que um quadrinho (uma história em quadrinhos, metonímia novamente talvez) cumpriria esta função de modo mais popular, eficaz, poético e divertido para mim – e menos preguiçoso, o que talvez seja um mérito por não ser um pecado capital (que é a primeira lição de auto ajuda da história e de religioso no sentido pejorativo não tem nada), enfim, de ser mais ativo, no sentido de praticar, realizar, pois eu curto mesmo a ação – então se for palavra, tem de ser palavra em forma de ação, pois talvez o resto seja uma filosofia mais competente – tudo o que eu queria falar sobre o nojo que tenho de como as pessoas analisam com bons olhos precocidade está nas tiras do Calvin – funk é tão bom quanto Joyce, pode crer, cada um no seu quadrado mas é muito foda tudo isso – um palavrão para não dizer várias palavras
Então assim ó eu vou comprar (comprarei, enfim) um violão, voltarei (vou voltar, enfim) a lutar (como prática esportiva mesmo, pois estive sempre lutando de certa forma – e se
usarmos “de certa forma” podemos sempre ter feito ou não feito qualquer coisa)
em verdade eu tinha uma série de mas por agora paro. O que faltar prometo trazer de volta se for relevante, talvez num estado mais organizado.
Mas o que fica, e isso não deixo para amanhã, mas somente para o ano que vem, é que:

TRATAR DIFERENTEMENTE “NÃO QUERO”, “NÃO POSSO” E “NÃO CONSIGO” ATÉ TORNÁ-LOS OS TRÊS O MESMO.

OU TRANSFORMAR “EU SOU”, “EU FAÇO”, “EU POSSO”, “EU QUERO”, “EU ACHO DO CARALHO” ETC NA MESMA COISA.


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2 Comentários »

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  1. Maravilhoso!
    Que venha 2009.
    Abraço,
    M.J.

  2. E virá mesmo.
    Outro,
    j~


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