I ♥ BBB

200826MarçoQuarta-feira at 11:55 am | In 2º caderno, crônica, diário, filosofia, gente, opinião | 3 Comments
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bbb8

Ou melhor, I ♥ final de BBB.

O ♥ não era p/ tanto. Mas eu gosto da final. Aceitei isso ontem. Quando apareceu a Pitty, deu até vontade de cair no clichê, falar mal dela, dos participantes, chamá-los medíocres , da manipulação (às vezes eu perco a paciência e penso que quem se deixa manipular pela TV merece ser manipulado) etc. Mas ontem, não sei se era o bom humor, mesmo os greatest hits da Pitty estavam divertidos, a despeito de suas verdades adolescentes à matrix de “pane no sistema”.

Ontem a fraqueza das personagens (concordo com o pessoal que ninguém em tese mereceria levar uma cifra de 7 dígitos assim, mas por outro lado, expor-se dessa maneira é preciso no mínimo coragem, ou um tipo de coragem, que seja, e muita boa sorte) privilegiou a final, a indecisão na decisão (que pode ser tudo armado como muitos dizem, assim como pode haver leptospirose nas latas de alumínio). Mas, no fim, gosto do rosto da Gyselle (com y e dois l) com uma cara de emburrada, triste e emocionada enquanto Bial a comparava com as feras, ao dizer que elas (e ela) só comem e dormem, e só não o fazem quando vão à caça – o que me fez lembrar que aquele rosto dos olhos negros e então entristecidos encabeça o mesmo corpo que dança incansável e furiosamente, um corpo belo, popularmente belo.

No último capítulo eles editam a história (real, de fato) que se passou e isso que me agrada. São recursos de narração os mais óbvios possíveis, de cinema despretensioso (no mal sentido) água com açúcar. Em verdade, os recursos de edição são os mesmos de uma colação de grau, com a diferença de que o material tem bem mais horas a serem editadas. E não tem de agradar família alguma. Só as felizes famílias regadas à pipoca após as aparições justamente de Juvenal Antena: aí valem as fofocas, barracos, corpões etc. E se na formatura eu me emociono ao mesmo tempo em que acho tudo meio brega, tenho a mesma sensação no BBB.

Lembro de quando o Rafael declarou-se para Mariana dizendo que não poderia a beijar pois estava com um problema no dente, ou ele sendo flagrado olhando para ela com candura depois de tanta promiscuidade (ele se aliviava individualmente sob os edredons), com sua voz em off dizendo o quanto gostava dela; ou o Dhomini dando uma de Romário na copa de 94 e ganhando o Brasil à base da marra; o nerd xaropão Tirso (que tornou-se adjetivo por uns tempos) desbancando um bonitão lá - é vida real empacotada, ou melhor, enlatada e artificializada, como uma lata de sopa de tomates Campbell.

Falando nisso, se o formato do programa submetesse-se ao seu conteúdo, aí seria moderno, e talvez por isso ultrapassado; mas ele é pós-moderno, consagra conceitos de tribalismo, superficialidade, caos, despretensão, igualdade de ofícios, falta de autoria. Trata a fama como magia. É a acomodação do que fora antecipado por Warhol (não se preocupem não irei mandar a dos 15 minutos) e por outros. Uma tribo de sonhos oficialmente assexuada, mas ordenada pela sensualidade, ratos de laboratório do esquemão George Orwell. E, no fim, paradoxalmente, seus atores são como poesias concretas, de forma e conteúdo convergidos; são como a eliminada Juliana, de uma beleza à qual não precisa se submergir, uma sedução menos de casa; é superficial da superficialidade da imagem, do rosto de Gyselle, que sorri, deixa de sorrir, até chora, mas sempre está a tentar ganhar 1 barão de barões.

Uma pequena tribo fútil, que só vê quem quer, e possui uma lógica própria que premia a casualidade (afinal muitos de nós se ficassem à vontade lá poderiam ser fenômenos nacionais, e vi tantos candidatos ótimos terem sido eliminados logo de início e outros pamonhas virarem lendas, até porque o BBB é feito de gentes comuns, tanto que é só comparar a Casa dos “Artistas”), ao mesmo tempo em que valoriza a reação mais que a técnica, que o talento, como numa Copa do Mundo. E como numa Copa do Mundo, as fórmulas se reformulam dentro dessa lógica própria, e certos desvios de sorte valem muito. O que enche o saco é o reflexo de uma popularidade chata, óbvia, que se vê na preferência do povo, especialmente quando se tem algum candidato favorito pessoal que não vence. Eu cheguei a esse ponto só uma vez: fui fã do Professor Aloprado. Àquela época eu acompanhei toda a parte final (TV aberta). Quando aparecia o Endemol Globo eu ficava até triste. Tanto que a edição posterior àquela, a do superestimado Alemão, eu abandonei. Donde só retornei na reta final dessa, mas sem a mesma assiduidade.

Agora, como uma coisa pode emburrecer, daí eu não sei. O Big Brother é um produto e como tal pode ser consumido como se queira: é como a coca (cola). Você pode ler Guimarães Rosa, ser mestre em xadrez (com o mesmo critério que faz de BBB um índice de superficialidade, dá para fazer de índices de certa erudição – tão clichês também) e assistir BBB. Xadrez também é um produto e pode não ter todo seu potencial utilizado. Evidente que João e o jogo milenar (para não repetir nomes) podem ser considerados abridores de mente por excelência, ao passo que o Reality Show (a fim de não reprisar títulos) pode confinar além de jovens sarados a mente dos mais bobinhos. Pode-se emburrecer com qualquer coisa. Assim como se pode se encantar com Rilke e João Cabral, com Décio Pignatari e tantos outros, eu gosto da poesia pop do Bial direcionada a dois nervosíssimos cidadãos sedentos por fama e dinheiro.

O Reality show joga limpo: eles estão ali para ficarem sumariamente milionários e todo mundo sabe, todo mundo aceita. Pior é quem ligava para dar 1 milhão para a Mara achando que estava fazendo uma boa ação, ô boa ação fácil. Mas que bom que ela pode ajudar a filha dela agora.

Mas não é p/ tanto (estou a me repetir hoje, em todos os níveis). Mesmo que pareça exagero o pessoal que passa o dia no Paper View e que trata cada paredão como reveillon, não é muito diferente de quem mergulha na obra e quer ler tudo que Balzac escreveu em detrimento de todo o resto. Estou me repetindo, mas só para afirmar que cada um faz o que quer.

Evidente que se a TV tivesse mais qualidade, manipular-se-iam as mentes para elas se não permitirem manipulação. E repito os parênteses lá de cima: quem se deixa manipular pela TV merece ser manipulado.

Só que a questão é essa: não dá p/ se exigir tanto. Como qualquer outra coisa que faz muito sucesso, o BBB gera ódio em muitos dos que não colaboram para tal sucesso. Eu mesmo tinha um anteprojeto de fazer um estêncil bbb6 no qual o 6 contaminava os b e virava um 666 – vi num livro de estênceis argentino uma idéia semelhante em relação à Xuxa (xxx, six, six, six, como dizem haver na música marquei um xis, um xis...).

E se hoje o Chaves del Ocho é clássico, é cult, o Big Brother Brasil o será nalguns anos.

E mesmo que seja um produto não da, mas para a burrice (quem se arrisca a definir burrice?), basta usar com moderação: uns instantes de “burrice” fazem bem, acalmam a cabeça.

Porém, no final do programa, eu enjoei um pouco mesmo, e hoje pela manhã recalculei o peso da exposição total na idéia de enviar um vídeo para a nona edição. Mas cogitei, afinal, eu sou brasileiro. E no fim (mas uma repetição – notem: BBB formato repetido, Campbell’s Soap, clichês… a repetição acabou tomando forma conceitual), foi só uma espiadinha (muito bagaça esse final, hein?).

Um bJoão e/ou um Grando abraço.

do lado de dentro do filme

200828FevereiroQuinta-feira at 10:22 pm | In alto-ajuda, crônica, filosofia | 6 Comments
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S

e eu passar e ver um incêndio (ou mesmo ver o mesmo na televisão, o que seria ligeiramente mais provável) e descobrir que tem um casal no último andar (tipo o 6º, nada muito exagerado) eu diria, ou gritaria, ou pensaria (o que é ligeiramente mais provável) “lança a criança para o bombeiro!”, como aliás aconteceu (e foi noticiado, por isso que eu sei que aconteceu, não foi algo perto da minha casa) dia desses (e vejam vocês, foi noticiado - a coisa é rara).

Eu teria feito o mesmo.Na teoria, mas se eu tivesse lá ia ser ruim de eu defenestrar um filho. Imagina olhar a carinha dele. Talvez pulasse eu e quando chegasse lá embaixo tocava ele para cima p/ algum bombeiro pegar, ou mirava um bombeiro especificamente. Ou o seguraria para cima durante a queda a fim de amortecer durante o choque.

A paixão da vida de alguém (conhecido como amor da sua vida) casar-se-á com outro. O outro, ou seja, o que não é o outro, o original, o verdadeiro amor, entra na igreja e “comenta” de modo muito influente os dizeres “se alguém tiver alguma coisa contra esse matrimônio que fala agora ou cala-se para sempre”. Você, assistindo, fala “é isso!” (ou “yes”, se você for americano, ou metido a americano, ou até mesmo idiota).

Eu teria feito o mesmo (se o roteiro da novela me orientasse a isso).Pois imagine a mesma situação. Na vida real, esqueci de dizer. É brabo de alguém fazer isso, deixar chegar a esse ponto e esquecer de desistir no último minuto. Coragem é (inclusive eu farei uma série com isso, do tipo das figurinhas “amar é”…) esquecer de desistir.

Coragem é cumprir um certo previsível, um previsível simples, até óbvio. A coragem é óbvia, mas não é fácil.

Pode pôr a música-tema da abertura de Irmãos Coragem (irmãos, é preciso coragem…) na vitrola que lá vai mais um exemplo, aliás, um lema para mim (sim, senhoras e senhores, eis uma máxima minha):

coragem é viver como se estivesse no lado de dentro do filme.

saudade que se sente de tudo que ainda não se viu

200815FevereiroSexta-Feira at 2:32 am | In alto-ajuda, crônica, tempo | 7 Comments
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O Patropi diz para o profº Raimundo “eu vou começar a piada pelo fim”. Ele –menininho, cabeçudinho… joelhinho grosso, barrigudinho, perna fina… quem? Quem? Ele. Raimundo Nonato! – concorda, ao que se segue um silêncio. Então o Patropi (que era também o Fofão) diz “estou esperando o sr. rir, pois a piada é muito engraçada”.Imagine (geralmente estas 7 letras predispõe orientações substancialmente mais amigáveis, tais como all the people living life in peace…) perder tudo. Imagine não lembrar de nada, nem de ninguém. Perder tudo: as anotações, as memórias, os amores e, por fim, tudo mesmo, o tudo propriamente dito.

Nós (não os homens, nem os que mantêm blogs, tampouco os brasileiros, a nós todos eu me refiro, nós, os seres humanos, portanto) temos esta ciência, de que tudo acaba. Essa noção às vezes emerge do conjunto de coisas que soubemos o tempo todo e não pensamos muito ou o processo contrário, a gente submerge nela.

Como nos sonhos quando passados são agregados à nossa memória onírica, a qual toma status de memória real durante o sonho, pois enquanto sonhamos o sonho é nossa realidade, de tal forma que é como se aquele passado estivesse sempre ali, como se realmente tivéssemos vivido aquilo e isso nos é abruptamente tomado quando despertamos (quando é pesadelo é bom, não? “Ai, que alívio…”).

Saudade de tudo.

Pode parecer um post adolescente parafrasear no título mais ou menos Renato Manfredini Júnior, mas a Legião é realmente emocionante e Índios é realmente muito bonita. Mas não é disso que falarei.Há a falta que fará tudo o que não será realizado (quantos aí não vão ser jogadores de futebol, quantas não vão ser bailarinas, ou quantos não vão ser cirurgiões renomados ou mesmo renomados, como queriam ser quando ainda não tinham a oportunidade de ser?). E o pesinho de chumbo de que o que se poderia ter sido feito, poder-se-ia ter feito? Saudades. Só que em vez da foto do ausente na mão, a ausência é do que não se fez e não há mais tempo a fazer. É uma ausência desde sempre.

É a presença da ausência e não a ausência da presença.

Eu sonhei assim: eu estava na minha casa, no meu quarto, eu era eu, ou seja, tudo como é, daí eu achei uma gaveta cheia de objetos guardados, coisas pessoais, cartas, lenços, fotos, coisas escritas e desenhos meus, e aquilo era (no sonho, e na hora, portanto) parte de mim. Quando despertei, dei-me conta de que aquilo tudo não existia.

Uma gaveta vazia, que poderia ter sido enchida. E há uma dessas na gente, limpinha. Ou várias, tipo um arquivo, com chaves e tudo, organizado, firme, com fichas para separar as coisas e… vazio.

Poderia ser remorso ou angústia, mas não. É saudade. A saudade das coisas que acabam porque acabam, ou que não foram porque não foram. Doem mais como barco que descrevendo um arco discretamente evita o cais do que uma fisgada no membro perdido, esta lembrada por Layla Lauar ao mencionar a belíssima composição de seu admirado Francisco Buarque. Não é uma saudade urgente. Para esta, a cura talvez é o esquecimento. Para a outra, o esquecimento – a extinção – é a causa.

Saudade de nada.

Saudade do nada que não necessariamente deveria ter sido nada.Pode ser exagero meu (exagero eu?). Até porque eu tenho saturno na casa 8, que me confere um medo das mortes, e a idéia de que as coisas acabam me angustia (eu ia escrever “podem acabar”, mas não, as coisas invariavelmente acabam). E ainda por cima eu tenho bloqueio de elementos terra (estou no mapa astral natal ainda e não noutro tipo de mapa, como o cartográfico) e muitas posições em sagitário, que me dão uma certa síndrome de Peter Pan (mas não é nada doentio, não é síndrome de síndrome mesmo, é só um jeito de designar).

O Guga (Gustavo Kuerten, ex-número 1 do mundo, tri campeão Roland Garros etc) chorou anteontem (ou um dia antes disso), porque percebeu o fim.

Quando uma coisa acaba é como tomar um murro, mas saber que tudo acabará é como saber que é impossível vencer a briga.

Quando se faz algo e se arrepende, é como olhar para uma caixa e não gostar dela. Mas quando não se faz e se arrepende, é como olhar um monte de dinheiro que não foi usado, ou sementes não plantadas para ser mais clássico. Ou algo muito (ou mais ou menos) parecido com isso.

Mas não foi à toa que o (xará!) João Guimarães Rosa escreveu a frase a vida parece que vai, mas vem vindo e ela fora citada justamente ontem por um repórter que infelizmente não sei o nome ainda que fazia uma participação semelhante às do Arnaldo Jabor no JN só que num jornal do Sistema Brasileiro de Televisão até então inédito para mim, lá pelas tantas da noite (quiçá madrugada), justamente na hora em que eu quis dar um minuto para esta saudade toda e fui zapear a televisão na esperança da luz azul me desafogar um pouco da submersão nessa verdade. Obrigado azulada luz, bola p/ frente (luz-a-zul, notaram?).

Acabar é a arma da vida para que a vivamos verdadeiramente.

E se a vida vem vindo, não se trata de nós a deixarmos para trás, mas sim de ela nos encontrar.

roupagem

200826JaneiroSábado at 1:14 pm | In crônica, femme, tempo | 4 Comments
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.´`.
A moda está sempre a descobrir (no sentido de inventar, como já havia apontado Borges, antes mesmo de eu achar que eu havia visto essa relação, e depois de a palavra ter-se desmembrado do radical primitivo comum) uma nova maneira de deixar as mulheres bonitas. Os homens também, mas falemos das mulheres, pois a palavra bonita é mais bonita que a palavra bonito.

Paralelo básico: a arte. Sempre reinventando uma maneira de aplicar suas criatividades (ao ritmo da seta de Zenão).
Sempre lirismo, sempre criatividade, porque não talento atrás de cada manifestação, por mais que se queiram isentar do artista isso as constatações pós-modernas. Nunca falta filosofia, sempre sobra volúpia. De volta ao assunto (voltando ao assunto): elas, as que impuseram suas belezas e também as que deixaram à disposição da moda a mesma, estiveram sempre bonitas: com os cabelos curtos e calças centro-pê dos anos 80, os vestidões dos anos 50, os pêlos não tratados da idade da pedra lascada, os redtags com meias de futebol na pré-adolescência burguesa dos anos 90.

a verdade sobre a vida e a morte

200712OutubroSexta-Feira at 8:46 pm | In crônica, filosofia, religião | 1 Comment
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Eu vi um rato morto no chão. Um chão de concreto, a calçada, no caso, abaixo dele. Não sei exatamente quanto tempo levou para que as pessoas não percebessem mais que se tratava de um rato, entre os que não perceberam e pisaram e entre outras ações orgânicas de decomposição ordinária até que ele virasse a mancha que virou quando eu o vi. A partir de então, passou a ser pisado vulgarmente, pois estava no chão e parecia, repito, tão somente uma mancha.

Mas, por mais que as pessoas pisassem, ele jamais entrou na calçada.

Eu já fui a alguns funerais. Há neles diversas facilidades para que o corpo vá terra adentro, tal como cavar um buraco e antes de preenchê-lo adequar o corpo a uma caixa (o caixão) para que o mesmo permaneça lá “protegido”.

Mas o que o pessoal (ou a maioria, pelo menos) quer, é enviar o morto (através da alma, geralmente) ao céu (ou trazer de volta o corpo, para os mais pretensiosos). Inimigos se silenciam, patrões deixam seus empregados trabalharem somente pela manhã porque alguém de proximidade não coberta por lei certamente não aparecerá mais por aí (pois se estivesse viajando o destino poderia…), inimigos, ou ao menos nem tanto para chamá-los inimigos, fofoqueiros, que sejam, silenciam-se. E põe óculos escuros.

Mas, por mais que as pessoas rezem, chorem, pensem positivo, façam minutos de silêncio, ele não sobe ao céu.

Em ambos os casos, eles diluem-se, aos poucos, por aí. Para nós os respirarmos. Tanto o rato, quanto o gato, um pum solto por um velho, o território já queimado da Atlântica, a Lady Di, os seismossauros, a moça que tocou o filho no lixo e depois se matou, o amor da vida de cada um uma hora ou outra.

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